To jailbreak or not to jailbreak?

To be, or not to be, that is the question:
Whether ‘tis nobler in the mind to suffer
The slings and arrows of outrageous fortune,
Or to take arms against a sea of troubles,
And by opposing end them? To die, to sleep,
No more; and by a sleep to say we end
The heart-ache, and the thousand natural shocks
That flesh is heir to: ‘tis a consummation…

Hamlet

 

Discussão profunda em mesa de bar é algo que adoro. Ainda mais se for comendo meu ovo cozido na Cinelândia.

Ontem estávamos reunidos diversos analistas de tecnologia ao redor de uma mesa de um famoso bar carioca tomando umas cervejas, comendo uns ovos cozidos e veio a discussão que nos tomou boa parte da noite.

Fazer ou não fazer jailbreak. Depois de horas chegamos às seguintes conclusões:

Jailbreak deixa o aparelho aberto e tem algumas mínimas vantagens, no entanto considerando que tudo no IPhone foi feito para ficar bonito, mas se você quiser um telefone cujos ícones sejam em formato da cruz de malta, cor abóbora na barra da operadora, as barras de sinal em marrom e que seja tão feio que faça o Steve se remexer na tumba então o jailbreak é a sua escolha.

Puxa, mas eu quero ser livre, não quero ficar amarrado às coisas e regras da Apple. Então compre um OpenMoko com as bençãos do Stallman e vai ouvir música em Ogg.

Veredicto de mesa de bar: faça o que quiser, o aparelho é seu, mas que fica brega, fica!