Nokia mostra as garras e quer voltar a dominar os Smartphones

Em poucos meses a Nokia já se tornou a maior distribuidora de Windows Phone, que diga-se de passagem é um belo sistema operacional.

Com seu sistema de Mapas a Nokia dá uma importante contribuição ao ecosistema da Microsoft (que salvou a Nokia de afundar) e se coloca numa posição de ser uma das três forças em termos Smartphone (junto com a Apple e o Google).

Hoje a Nokia lançou mais um Windows Phone, desta vez voltado ao público jovem e com uma proposta de custo mais acessível. O Lumia 610 vai manter as regras de hardware da Microsoft, afinal de contas a péssima experiência dos Androids com fragmentação de hardware e software mostrou que não se deve por um sistema moderno num hardware porco. A única concessão que foi feita é a ausência da câmera frontal.

As principais especificações do Lumia 610 são:

  • Internal memory: 8 GB
  • RAM: 256 MB
  • Skydrive storage available
  • Screen size: 3.7” LCD display
  • Resolution: WVGA 800 x 480 pixels
  • HSDPA CAT 7, 7.2 Mbps; HSUPA CAT 6, 5.76 Mbps
  • WLAN IEEE802.11 b/g/n
  • USB 2.0 high-speed through micro USB connector
  • Bluetooth wireless technology 2.1 + EDR
  • Nokia 3.5 mm AHJ connector + Windows Phone controls
  • WCDMA 850/900/1900/2100
  • GSM 850/900/1800/1900
  • Windows Phone 7.5 Mango
  • Nokia Maps (pre-installed)
  • Nokia Drive
  • Office Applications (Excel, Word, Powerpoint, One Note)
  • Internet Explorer 9 with desktop rendering
  • 5 MP camera; Auto Focus,LED flash,VGA@30fps,Dedicated camera key; Auto Focus; Face detection & Red eye reduction; Anti-shake; GeoTagging
  • Modes: Panorama, Scenes, Image effects
  • 28 mm wide angle; Large aperture/low F2.2
  • Video Camera: 720p
  • XBOX Live Hub

Parece que vão indo em bom caminho. Espero que a Nokia volte a ser o que era e não o espectro que vimos não faz muito.

 

Nokia Windows Phone na Home de produtos do site BR da Nokia

Deve estar muito próximo o lançamento do Lumia 710 e Lumia 800 no Brasil.

Como você pode conferir no screenshot abaixo o lançamento ou já foi e não contaram ou será imediatamente depois do carnaval

 

O site da Microsoft Brasil também indica que está iminente o lançamento

Windows Phone: o caçador de Androids

Que o Android é ruim de dar dó, isto já falamos aqui. Tanto o desenvolvedor, como o usuário sofrem com a fragmentação e a plataforma de desenvolvimento. Depois tem o problema do suporte. O sujeito compra um Xing-ling por 199 pilas e quer que você diga a ele porque seu app não roda lá.

Então porque alguém compra um Android? Este analista vê duas razões: não gosta do iPhone ou não tem condições financeiras de comprar um iPhone agora.

Mas esta semana, este analista recebeu de seu patrão um Samsung Omnia W com Windows Phone 7.5 e viu que há esperança para quem não quer ou não pode ter um iPhone.

A interface do Windows Phone, como outros já falaram neste blog, usa uma metáfora revolucionária, bastante ágil e bonita. É bem diferente do iOS e ousaria dizer que em vários pontos é superior ao iOS. Além disso, pelo fato de a Microsoft colocar o sarrafo bem alto em termos de requisito de hardware o usuários já sabe o mínimo que pode esperar da plataforma.

Os desenvolvedores que conheço tem elogiado muito o Visual Studio 10 e o 11 que é o atual beta. Para muitos, mesmo o XCode da Apple leva um banho da plataforma Microsoft.

Se você estiver pensando em comprar um celular smartphone por um preço acessível e que seja bom dê uma chance ao Windows Phone! E tem mais, quando a Nokia entrar com o Lumia no Brasil eu prevejo que os Androids sairão “com o rabo entre as pernas”.

Windows Phone 7.5 (Mango), impressões de um usuário

Este post vai ser um pouco diferente. Primeiro por não ser escrito pelo editores tradicionais do blog mas sim por um de nossos leitores, o Mark Bierast. E, segundo, por não se tratar de um review, mas da impressão de uso dele do sistema WP7.  Gostaria de agrader antecipamente ao Mark pelo tempo investido em escrever e compartilhar este texto com todos nós. Espero que venham outros ! Com vocês, Mark Bierast.

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Este post não se trata de um review do Windows Phone. Como existem hoje vários aparelhos rodando Windows Phone, não seria justo focar em apenas um. A ideia do post é compartilhar a impressão do sistema, após alguns dias de uso. Vocês provavelmente não me conhecem, mas sou um usuário de longa data do iOS, tendo começado com o iPhone 3G, depois o 3GS e finalmente o iPhone 4.

Então, como explicar então um usuário de iOs comentando sobre Windows Phone? Simples, antes de mais nada, não sou fanático por nenhum sistema ou marca, sou um entusiasta de tecnologia em geral, principalmente em dispositivos móveis. Atualmente tenho em casa um iPhone 4, um Nokia E5 e, a última aquisição, um HTC Trophy rodando Windows Phone 7.5 (Mango), sobre  qual vou escrever um pouco aqui.

Desde o lançamento do WP, venho prestando atenção no sistema e lendo sobre ele na internet, já que me pareceu algo bem diferente de iOS ou Android (sim, já usei bastante o Android também, sendo que o último aparelho foi um Samsung Nexus S Branco, lindão) e muito embora os usuários detestem admitir, acho os dois sistemas (iOS e Android) muito parecidos, tanto em funcionalidades quanto em interface. Na minha opinião, ambos são uma evolução da interface do Palm OS, sistema que deu origem a minha paixão pela área (comecei com um  um Pilot e usei até o Tungsten). Quando digo interface me refiro à lógica de apresentar vários ícones, um ao lado do outro, que abrem aplicações ao serem tocados.

Embora funcionem muito bem, ambos os sistemas acabam tendo a mesma forma de operação, diferindo nos detalhes. Por exemplo, um tem widgets e outro não, em um pode-se personalizar a Lock Screen e no outro não, etc. No entanto, isto não altera o mecanismo fundamental de operação,  ambos tem vários ícones que abrem aplicações ao serem tocados.

Diante desta “mesmice”, eu achei o Windows Phone como um sistema com personalidade própria e, após algum tempo de uso, posso afirmar que ele é bem diferente no funcionamento também. A melhor explicação para diferenciar os sistemas que encontrei foi em um podcast que costumo ouvir (crédito ao Coca Tech e ao apresentador Gustavo Faria) onde ele dizia, em linhas gerais, que enquanto o Android e iOs funcionam basicamente focados em aplicações enquanto que o WP funciona em cima da pessoa, da comunicação online e todas suas vertentes. Entenderam? Não? Eu explico.

Ao ligar o Windows Phone, pode parecer bem esquisito, mas ele pede a sua ID do Windows Live (coisa que não tenho). Pulei essa parte e pensei ”droga, já não vai funcionar direito”. Ledo engano! Ele ligou e então fui explorar um pouco o sistema e me acostumar um pouco mais com os “quadradinhos” (tiles, em inglês e que a Microsoft traduziu como “blocos dinâmicos”) da tela inicial do sistema. Vocês podem pensar nela como a tela inicial do Android, pois é a que fica antes da tela dos aplicativos. Até aí, tudo bem, o sistema de organizar os blocos dinâmicos é muito parecido com o Android ou iOS. Basta tocar e deixar o dedo e pronto, pode-se mudar a posição deles. Alguns tem animações, como os dos contatos, da aplicação “EU”, que falo daqui a pouco, e aplicações de terceiros também, como o Foursquare, previsão do tempo, entre outros.

 

Blocos dinâmicos do WP7

Mas voltemos a minha descoberta. Tratei logo configurar o Mail, coloquei minha conta do Gmail lá, ele aceitou de primeira e já começou a sincronizar. No entanto, quando saio do aplicativo de volta a “home”… meu bloco dinâmico dos contatos estava com várias fotos que tenho salvo nos contatos do Google rodando na tela principal. Ou seja, ele puxou os contatos do Google e já estavam no telefone. Vocês podem pensar: “grande coisa, meu Android faz isso desde sempre”. Mas a questão é essa, não é um Android com a alma do Google, isso aqui tem alma Microsoft. Eu gostei. Depois fui visitar o Marketplace para ver a quantas anda e,  aí sim, tive que criar um ID da Microsoft, pois sem ele nada de loja. No fundo isso se resumiu a criar um email no hotmail e funcionou a contento.

Com o acesso ao Marketplace ok, fui explorar a lojinha do Balmer. A primeira coisa que procurei foi o Twitter. E lá estava ele, embora muitos me falassem que não estava na loja aqui do Brasil, ele existia sim, apesar de todo em inglês, mas disponível. Baixei. Nada diferente dos demais sistemas. Tocou em cima, autorizou. Ele instala, sem sustos nem mistérios.

Após instalar, lá vou eu configurar o dito cujo. Tranquilo, configurou de primeira e permanece funcionando aqui. O que senti falta? Das notificações! O aplicativo não fornece atualizações automáticas, não avisa quando chega uma mensagem direta (DM), não avisa menções, nada. Mas para isso temos o aplicativo nativo “EU” que é mais um quadradinho na tela inicial e que eu não tinha a menor ideia para que servia. Mas pensando logicamente, imaginei que se ele puxou todos meus contatos do Google, deveria funcionar da mesma forma com os demais serviços que uso na Internet. E é isso mesmo, cliquei no dito cujo e ele pede para configurar quase tudo que se usa socialmente na Internet, como Twitter, Facebook, Gmail, tudo. Lá fui eu autorizar a Microsoft a ver todos meus dados online e, após configurar tudo, outra surpresa. O aplicativo é um agregador de tudo relacionado a você nessas redes, ele avisa (sim, no bloco dinâmico e na aplicação) que você foi mencionado aqui, que publicaram algo no Facebook relativo a sua conta acolá, e por aí vai. Um resumo bacana, já que tudo o que ele mostra é relativo de alguma forma a você, não à sua timeline toda.  Mais foco e menos perda de tempo, na minha opinião.

Agregação do "EU"

Foi aí que comecei a entender o funcionamento do Windows Phone e a proposta dele. Focar no usuário, não na Internet toda. É claro que ele tem um navegador, tem os aplicativos como os outros sistemas, mas todo o foco é em cima do usuário do smartphone. Ou seja, para quem gosta de interagir na Internet é perfeito, o aplicativo nativo EU deixa isso muito claro.

 

EU, foco no usuário

Mas como não só de redes sociais vive o usuário, vamos em frente. Outra coisa que sempre gostei no iOS e que me prende a ele é o Itunes. Tem quem deteste, mas eu sempre gostei, seja pela obrigação de ter minhas músicas e principalmente meus podcasts (sou viciado em podcasts) organizados, gerenciados de uma forma bem organizada. Isto representa grande parte do meu uso no iPhone. Como gosto de fazer caminhadas e academia, ele sempre foi meu companheiro nessas horas. Quando se pratica esportes, quanto menos aparelhos se leva, melhor. Então nada de levar iPod, celular, carteira, etc. Prefiro um aparelho que agregue tudo, é mais prático.

Mas, e agora? Poxa, iTunes lembra Apple, que lembra iOS, que lembra iPhone, correto? Errado! O Windows Phone se conecta com o iTunes perfeitamente, sem gambiarras, sem “jeitinho”, basta baixar o Conector para Mac no site do Windows Phone, marcar o que quer sincronizar, sejam músicas, Podcasts, Vídeos, Fotos (ele manda as fotos para o iPhoto) e pronto. Espetou o WP no Mac (sim, aqui um detalhe, uso Mac em casa como meu computador principal) e ele já começa a sincronia perfeitamente, desconectou, está tudo no WP. Ouviu um Podcast? Ele exclui na próxima sincronia, igual ao iPhone. Ou seja, não tive nenhum contato com o programa Zune que é necessário para sincronizar o WP no PC. Eu diria que é mais fácil ele interagir com o Mac que com o próprio Windows. Estranho, mas é assim, da mesma forma que eu usava o iTunes no Windows sem problemas.. Na minha opinião, uma ótima sacada da Microsoft, não colocando empecilho tanto na sincronia com o Mac como na sincronia com o Google. Sem dúvidas isso pesou muito para eu gostar do sistema, já que eu não tenho preconceito com nenhuma plataforma, não quero que meu gadget tenha também.

As fotos, sim, as fotos! Isso vai depender muito do aparelho, lentes, etc, então vamos focar no aplicativo, não na qualidade delas ok? Como já tinha me cadastrado em tudo que é lugar no “EU”, assim que a foto é tirada, podemos escolher para onde mandar. Facebook? Fácil, Twitter? Idem. Email? Melhor ainda. Mais uma vez ele mostra toda sua rede pessoal e é só escolher. Clicou, tá lá, e faz isso bem rápido (igual ao iPhone, mesma velocidade). Muito prático também.

Da mesma forma que quando acessamos os contatos, ele já “puxou” os dados dele, então vão aparecer as opções para contatar a pessoa: Facebook, Celular, Casa, email, etc. Tudo comum clique.

As configurações do aparelho em si também são bem simples, sem nenhum mistério. Mas ele não permite muita personalização. A tela de bloqueio é ela mesmo e pronto, no máximo mudar o papel de parede. Pode-se mudar as cores do quadradinho e não muita coisa além disso. É claro, é possível personalizar os avisos, toques, etc, mas nem perto do que os mais nerds fazem com os Androids e afins (imaginem ainda o finado N900, o rei das personalizações).

 

Tela de entrada das configurações

O sistema em si é rápido e fluído, mesmo o Trophy sendo um dos primeiros aparelhos a vir com o Windows Phone embarcado e recebendo o update para o Mango,  ele está muito rápido e fluído. Em meus cinco dias de uso, não tive nenhuma travada, nenhuma reinicialização, nada do tipo, mas assim como qualquer smartphone, ele também gasta muita bateria. Mas me surpreendi ao chegar ao final do dia com cerca de 30% de bateria para o meu uso. Em geral fico conectado direto, com WiFi habilitado e 3G também, usando por cerca de 2h/dia de MP3 (olha os podcasts aqui).

Ele tem um GPS bem competente também, muito embora ainda não tenham mapas para o Brasil, a dona Nokia com o Lumia 800 e seu Nokia Drive deve mudar isso bem em breve. No Foursquare ou RunKeeper (sim, ele existe para WP já) ele fica bem rápido e com uma boa precisão aqui.

Agora, a pergunta que todos me fazem: ele é melhor que o Android? Que o iOS? Vai mudar do iOS para ele? Bom, eu diria que desde que passei a usar o Windows Phone, meu chip principal ficou nele, não voltou ao iPhone. Mas claro que cada usuário tem seu uso específico e isso é o que acaba pesando na escolha do aparelho. O sistema tem me suprido muito bem em minhas necessidades móveis e não senti falta de algo que me fizesse correr de volta ao iPhone, coisa que ocorreu em mais ou menos dois dias com o Android. Mas, como eu disse, esta decisão é completamente dependente do seu uso.

Hoje, como o Windows Phone é mais focado especificamente em minhas atividades na Internet, eu passo menos tempo com o smartphone na mão, o que me rende mais tempo com outras coisas, o que não deixa de ser bom também. Mas bem que podiam implementar algumas notificações a mais, não é Microsoft? Quem sabe na próxima atualização, pois na última (esta semana) já posso usá-lo como hotspot WiFi e o Marketplace, cresce todo santo dia.

Acho que com isso demos uma boa “pincelada” inicial no sistema, pelo menos na parte nativa dele. Existe muito mais a respeito dele a ser dito, mas caso gostem e meu amigo Marcelo me convide novamente, podemos falar sobre a loja e alguns aplicativos em especifico. É só comentarem o post !

Abração pessoal, e foi um prazer.

Marcelo Barros diretamente do Nokia World 2011

Para os que estão de olho nas novidades do Nokia World 2011, vale a pena seguir o Marcelo Barros no Twitter @marcelobarros (http://twitter.com/#!/marcelobarros).

Ele está agora lá escrevendo em tempo real sobre os lançamentos de aparelhos com Windows Phone 7, tais como o Lumia 800 e Lumia 710.
More Nokia 800 Lumia

The Nokia Lumia 710, in white, black, and personalised rear facias.

Também tem novidade na parte dos fones de ouvido.

Nokia Purity headsets, collaborating with Monster.

Enfim, a dica para ter as informações on-line é seguir o Marcelo Barros no Twitter @marcelobarros (http://twitter.com/#!/marcelobarros)

HTC Ultimate – Direto da coletiva da HTC/Vivo

Hoje o Pedro Paulo foi representar o Zeletron na coletiva da HTC e da Vivo para a apresentação do HTC Ultimate, o primeiro aparelho com Windows Phone 7.5 a ser lançado no Brasil.

As especificações do aparelho impressionam:

  • Tela de 4.7″ com resolução de 480×800
  • 9,9mm de espessura
  • Peso com bateria: 160g
  • Processador Qualcomm Snapdragon S2 de 1.5GHz
  • 512MB de RAM
  • 16GB de Memória interna (12.6 livres)
  • Conector MicroUSB
  • Conector de fone de ouvido stereo 3,5mm
  • Câmera de 8MPixel (abertura de 28mm F2.2)
  • Dual Flash de LED
  • Grava vídeos em 720p
  • Câmera frontal de 1.3Mpixel
  • WiFi, GPS, Bluetooth 2.1

O aparelho será vendido pela Vivo e custará no pré-pago R$ 1.799,00 (o mesmo que o iPhone 4 custou quando foi lançado no ano passado) e no plano Vivo Smartphone 100 ele vai custar R$ 1.149,00

Mais tarde colocaremos nesse post (ou em outro) as fotos do evento e mais informações sobre o aparelho. Fique ligado.

Ajudando a escolher o tablet

Essa é inédita. Em vez de você vir até o blog para pegar dicas e saber qual Tablet vai comprar, agora é você quem ajuda ao editor a saber qual vai ser o Tablet que ele vai comprar. 😀

Estou em dúvida entre os seguintes aparelhos:

A)Samsung Galaxy Tab 7″ WiFi

  • Sem 3G
  • Android 2.2-2.3
  • R$890,00 – R$ 1.100,00
 

B) Motorola Xoom Wifi

  • Sem 3G
  • Android 3.0-3.2
  • R$1.350,00 – R$ 1.700,00
 

C) Samsung Galaxy S Tab 5″

  • Sem 3G
  • Android 2.2
  • R$680,00 – R$ 820,00
 

D) Samsung Galaxy Tab 10.1 WiFi

  • Sem 3G
  • Android 3.0-3.2
  • R$1.600,00 – R$ 2.000,00
 

Pela lista acima, dá para ver que não quero comprar um iPad, não porque eu não goste dele, mas porque a minha esposa já tem um e tenho acesso a ele para testar apps. Quero variar a plataforma.

Também não quero um tablet com 3G porque não quero outra conta de celular. Basta usar o tethering do meu iPhone 4 para acessar a internet no tablet quando não estiver próximo a um WiFi.

Essa dúvida pode ser resolvida por você, respondendo nos comentários as cinco perguntas abaixo:

  1. Qual desses tablets você tem?
  2. Está satisfeito com ele(s)?
  3. O que mais o irrita no seu tablet?
  4. O que você mais gosta no seu tablet?
  5. Você recomendaria esse aparelho a um amigo?

Caso não tenha nenhum desses aparelhos acima e queira me indicar um outro, use os comentários para isso.

No final, esse post somado aos comentários poderá ser útil para outras pessoas que estejam com a mesma dúvida.

Samsung Galaxy 551 – Android 2.2 Review

Num projeto recente que realizamos precisavamos de um Android para testar o sistema que estava sendo produzido, fui buscar algumas opções de Android com preço baixo e deparei-me com o Samsung Galaxy 5 cujo review eu fiz aqui.

Depois de devolver o Galaxy 5 para o cliente que havia contratado o serviço, surgiu outro serviço com Android e adquiri um Samsung Galaxy 551 também por um preço decente e com um sistema mais moderno que o Galaxy 5.

Vamos as especificações:

  • Quadriband GSM / Triband UMTS
  • Android 2.2 – Com funcionalidade de compartilhar a Internet via WiFi. O sistema é bonzinho embora sofra dos problemas que já comentamos aqui.
  • Um pouco gordinho, mas pesa apenas 117g
  • Display: 400×240 TFT 3.2– Aqui o ponto fraco do aparelho, o Android funciona em quase qualquer resolução mas algumas coisas podem ficar meio esquisitas neste aspect ratio.
  • Teclado Virtual QWERTY com tecnologia SWYPE, eu não usei muito, mas a primeira vista não gostei muito deste SWYPE.
  • Teclado físico slider – teclado confortável embora perca feio para os lendários Nokia E71 e E72
  • Câmera, sem flash 3.2MP com Zoom óptico 2x (não achei muito óptico o zoom…)
  • Bluetooth, Wifi 802.11b/g e AGPS, Rádio FM
  • 160MB de memória interna e Slot MicroSD para até 16GB
  • Acesso ao Android Market (Que é uma baderna …)
Custo: R$ 699,00 (desbloqueado)

Se você quer um smartphone barato, prático e com um sistema operacional moderno, o Samsung Galaxy 551 é uma boa pedida, melhor que o Galaxy 5 (full disclosure: a Samsung nunca me deu nada, nem tchau)

 

 

 

Kindle Fire – Colocando fogo no mercado de tablets

Ontem o diretor executivo da Amazon, Jeff Bezos, apresentou ao público o Kindle Fire, o aparelho baseado no Android da gigante dos livros.

Apesar de terem dito pela imprensa que esse aparelho seria mais um rival do iPad, o Kindle Fire na verdade é concorrente do Nook Color, da rival Barnes & Noble. Ele custará US$ 199,00, cinquenta dólares a menos que o concorrente. Por tabela, ele provavelmente fará com que o preço de outros dispositivos com Android caia, uma vez que, se é possível fazer um bom aparelho, ainda que com algumas limitações, por duzentos dólares, muitos concorrentes que custam 50% ou 60% a mais, terão que rever seus preços.

Ele não tem câmera nem microfone. Também não há possibilidade de conexão por 3G, mas ele virá equipado com processador dual core de 1GB, 8GB de memória interna, conexão WiFi, touchscreen de 7″ com IPS e acesso ao sistema de armazenamento Amazon Cloud. Isso é o suficiente para ler livros e revistas, assistir vídeos, executar aplicativos e jogos e acessar a web.

Por falar em aplicativos e jogos, com o Kindle Fire, a Amazon está apostando na sua loja de aplicativos, completamente independente da Android Market, na qual todos os aplicativos expostos foram testados no próprio Kindle Fire e na qual há um controle muito maior sobre o que é posto à venda. Como o Android do Kindle Fire foi totalmente modificado pela Amazon, teoricamente só é permitido instalar programas da loja de aplicativos da Amazon e as atualizações do sistema também estarão restritos às versões da própria Amazon. Obviamente, como já é esperado, quando o aparelho cair na mão do povo, encontrarão meios de burlar essas restrições ou até instalar ROMs diferentes nele.

Estou com muita fé nesse Kindle Fire. Acho que ele vai vender mais do que bolo de milho em final de festa lá fora e acho que o modelo de loja de aplicativos deles é bem melhor do que a Android Market com suas pegadinhas, clones de programas e vírus.

Aqui abro um parêntesis. Na quinta-feira passada, eu que não sou usuário de Android, peguei o Samsung Galaxy S II de um amigo e fiquei maravilhado com o aparelho. Mas não durou muito isso. Meu encantamento ficou abalado quando abri a Android Market. A primeira coisa que eu fiz foi procurar pelo meu jogo favorito no iPhone. Digitei “Plants vs. Zoombies” na busca da loja. O resultado me trouxe 1.746.243.865 opções de clones e pegadinhas que se fazem passar pelo jogo, que acho que nem existe ainda para Android. Depois vêm me dizer que a Android Market não é uma bagunça. Fecho parêntesis aqui.

Hoje, como resultado desse lançamento, o tablet Playbook da RIM, moribunda fabricante do Blackberry, já baixou em US$ 200 o seu preço nas duas versões mais baratas e US$ 100 na mais cara. O Playbook de 16GB está sendo vendido a US$ 299, o de 32GB a US$ 399 e o de 64GB a US$ 499. Vamos ver como o resto mercado se comporta com esse lançamento. Só sei que está ficando cada vez melhor para o consumidor.

A Nokia e os seus defuntos

Há uma hora, no evento Nokia Connection 2011, em Singapura, houve o lançamento oficial do N9, o futuro topo de linha da Nokia.

O aparelho tem um Hardware de tirar o chapéu. Vejamos:

* Tela AMOLED de 3,9″ de vidro resistente a riscos
* Resolução de 800×480
* Câmera de 8MP com foco automático e lentes Carl Zeiss
* Captura de vídeos em HD
* Som com tecnologia Dolby Digital Plus e Dolby Headphone
* NFC (maneiro!)
* Processador 1GHz (gostaria de saber qual é)
* 1GB de RAM
* Armazenamentos de 16 e 64 GB

E aquelas outras coisas que a gente nem presta atenção:

Bluetooth, aplicativos Qt, vídeo player em 16:9, bateria interna (bate na madeira para ser melhor do que a do N8), Sistema MeeGo…

Peraí!!! MeeGo? Eles disseram MeeGo???

Isso mesmo. A Nokia parece que tem pena de enterrar seus defuntos.

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Montagem com a tela do jogo Plants vs. Zombies

Neste evento de hoje, além do N9 com MeeGo, anunciaram o Nokia Maps para S40 (não escrevi errado) e que o Symbian Anna será lançado até Julho. Conseguiram falar de todos os Zumbis num evento só.

E os aparelhos com Windows Phone 7? Bom esses não participaram da festa para os Zumbis.

Pode parecer implicância minha esses comentários, mas eu estava torcendo para ver um WP7 neste evento ou até um celular com Symbian Anna. Confesso que fiquei decepcionado com o MeeGo.

Minha única esperança desse N9 não virar o mico que o N900 foi, é o Qt. Talvez, com a facilidade de se portar programas, o sistema tenha bons aplicativos.

Mas será que os consumidores, vacinados por causa do N900, vão acreditar que dessa vez “tudo vai ser diferente”?

Fazendo chá na Nespresso

Junto com a Nespresso, que eu comprei na Hungria, comprei umas cápsulas “desbloqueadas”, nas quais você coloca o pó de café que quiser, chamadas CoffeeDuck.

Um breve parêntese. Apesar dessa cafeteira ser 220V 50Hz, ela funciona perfeitamente com um transformador 110-220V de 2kVA na nossa rede elétrica de 60Hz. Já ouvi dizer que ela é preparada para funcionar nas duas frequências, já que o mesmo modelo é vendido para lugares que usam 220V 60Hz, mas não consegui confirmar se é por isso. O fato é que ela funciona perfeitamente aqui no Brasil. Fecha parênteses. 🙂

No comercial do CoffeeDuck, que deixo abaixo, parece muito simples fazer um café com seu próprio pó, mas na prática isso não funciona. O máximo que eu consegui foi fazer um café para misturar no leite. Assim mesmo ruim.

Comercial do CoffeeDuck. Propaganda enganosa...

Depois de tentar todas as maneiras de fazer um café bebível com a CoffeeDuck, eu desisti. Ou o café sai ralo ou sai fedorento. Nunca consegui usar. Já testei com pó de café comum (Pilão) e com pó de café para espresso do Armazém do Café e ambos saem ruins.

Antes de jogar fora a cápsula, resolvi testá-la para fazer chá, com um chá alemão que ganhamos todos os anos na época do Natal de uma amiga da minha esposa. Ele não vem em saquinhos individuais. Você precisa ferver a água e depois coar o chá.

Chá do advento (alemão)
Chá do advento (alemão) - Apesar de ter um gnomo, nada a ver com o advento, o chá é excelente.

Enchi uma cápsula com o chá fazendo pressão para colocar bastante lá dentro. Deixo abaixo um vídeo que eu fiz para mostrar a Nespresso fazendo um chá com a CoffeeDuck.

CoffeeDuck preparando Chá na Nespresso. (Acabei fazendo o vídeo na vertical. Desculpem-me.)

Ainda não testei com saquinho de chá normal, mas acho que deve ficar bom também. Eu disse no vídeo que uma cápsula consegue fazer uma xícara, mas, na verdade, é possível fazer duas xícaras e a segunda sai ainda mais forte que a primeira.

Capa de Silicone Proporta com SteriTouch®

Prosseguindo com os reviews de produtos que a Proporta me enviou para testar, chega a vez da capa de silicone com revestimento antimicrobiano.

Além da capa, o pacote inclui uma película protetora para a tela.

Essa capa, além de resolver o problema da antena do iPhone, foi a melhor capa que já usei até hoje. Ela não fica caindo, não escorrega (coisa que o bumper faz), protege totalmente o aparelho e ainda por cima mata 99% dos micróbios. Se eu estivesse com essa capa na viagem que eu fiz, provavelmente o iPhone não teria sofrido com o tombo que tomou no asfalto.

Esse revestimento, chamado de SteriTouch®, é eficaz no combate a bactérias, inclusive Escherichia coli, Salmonella e Staphylococcus aureus resistente à meticilina. Também é eficaz contra fungos e bolor. Isso é muito importante para aquelas pessoas que levam o celular para ler ou jogar enquanto estão no troninho. 😀 Mesmo que você não leve o celular para o banheiro, deixá-lo em cima de um balcão de padaria ou numa mesa de bar pode carregar bactérias com ele.

A película também tem SteriTouch, o que garante que a tela também fique protegida dos micróbios.

Segundo o fabricante, essa capacidade de matar 99% dos micróbios dura a vida toda da capa. Além disso, a capa tem garantia de vida, o que garante que você terá seu celular protegido, e, por conseguinte, você também protegido, durante toda a vida dele.

Na loja da proporta você pode encontrar outros produtos (para outros modelos de celular) revestidos com SteriTouch.

Essa capa, com o protetor de tela custa US$ 24.26 e o frete para qualquer lugar do mundo custa US$ 4.95. Ela é preta com detalhes em verde. Ela também está disponível nas cores rosa e cinza.

Clique aqui e veja mais produtos da Proporta.

iPhone Tracker expõe uma brecha enorme na segurança dos donos de iPhone

Hoje meu amigo Dario me passou um link de um programa que prova que o iPhone guarda sua posição geográfica de tempos em tempos durante toda a vida do aparelho.

O programa se chama iPhone Tracker e só funciona em MacOS X.
http://petewarden.github.com/iPhoneTracker/

A princípio isso parece muito interessante, saber aonde estávamos no dia tal e até poder provar isso. O problema é que, se algum criminoso rouba o seu celular, essa informação fica disponível também para ele. Pior, se alguém rouba o notebook que você usa para sincronizar seu iPhone, essa pessoa tem acesso a esses dados.

Para se ter uma idéia do problema, vejam abaixo duas telas do programa sendo executado aqui no meu Mac.

Esses foram os lugares que eu já fui fora do Brasil com o meu iPhone.
Esses foram os lugares que eu já fui fora do Brasil com o meu iPhone. (Clique para aumentar)
Aonde eu estava no dia 19/01/2011.
Aonde eu estava no dia 19/01/2011 (Clique para aumentar)

Com essas informações, localização, data e hora; dá para saber um monte de coisas. Onde a pessoa mora, onde trabalha, aonde vai com frequência e quando vai, etc.

Outro dado interessante, é que essa informação passa de um iPhone para outro. Se você tinha um iPhone 3G S e depois transferiu os seus dados para um iPhone 4, as informações de localização vão junto com o backup.

Como não é possível desligar esse absurdo, uma sugestão que o sujeito que fez o programa deu, é que mande encriptar o backup do iPhone, para evitar que outros programas possam acessá-lo.

As perguntas que ficam são as seguintes:

1) Por que a Apple guarda esses dados sem nós sabermos?
2) Será que ela envia esses dados para algum outro lugar?