Guarda-chuva versus Tornado

Imagine o que acontece com um guarda-chuva diante de um tornado com ventos de 133Km/h. Alguns guarda-chuvas ficam invertidos apenas com 17Km/h, mas esse Senz Umbrella aguenta pelo menos 100Km/h, de acordo com o fabricante. Vejam só um teste.

Eu não sei não, mas eu não pagaria quase €60 (~R$ 145,00) por uma maravilha dessas porque eu perderia no primeiro ônibus ou restaurante que eu entrasse com ele. Eu perco todos os meus guarda-chuvas (assim como a maioria das pessoas).

Mas o que isso tem de eletrônico? Nada. Só achei o teste curioso. 😀

Chromey Calculator extensão do Chrome

Uma das coisas legais do Chrome na sua versão atual é o suporte a extensões. Algumas são muito úteis: Chromed Bird, Google Mail Checker Plus, Google Reader Notifier (by Google). Hoje no entanto queria falar de uma que me chamou a atenção de maneira especial: Chromey Calculator.

A Chromey Calculator é uma calculadora para o Chrome que faz as contas no Google ou no WolframAlpha, isto quer dizer que você pode fazer contas desde 2+2 até integrais e derivadas.

Veja o exemplo que fiz:

É uma extensão que eu recomendo e que deve ajudar muito alunos de engenharia. Lembrei, nostalgicamente, dos meus tempos de engenharia, quando não tinha dinheiro para comprar uma calculadora científica e possuindo somente uma calculadora igual a da foto abaixo, fazia senos e cossenos com séries de Taylor usando somente as 4 operações…

Discos de Vinil no Microscópio Eletrônico

Vocês lembram dos discos de vinil? Eu quando era pequeno tinha uma vitrolinha e ouvia muitos discos com histórias infantis. Sempre imaginei como podia aquilo guardar o som. Veja a resposta nas imagens de microscopia eletrônica de um disco de vinil.

Veja no vídeo como é feito um disco de vinil.



Dica: http://reckon.posterous.com/vinyl-record-grooves-under-electron-microscop

Um vídeo incrível de um mundo virtual

Pegue um artista que tenha uma enorme habilidade em usar programas de modelagem e animação 3D e some com programas cada vez melhores e computadores cada vez mais rápidos.

O resultado é um vídeo de um lugar que parece ser real, mas não é. É totalmente feito no computador. Um lugar virtual que você poderia jurar que existe em algum canto do nosso planeta redondo.

Assista o vídeo abaixo (de preferência em HD e em tela cheia) e veja o resultado final do trabalho. (Além de tudo ele tem um tremendo bom gosto com a música que escolheu)

Eu sei, você não acredita que isso seja virtual. Eu também fiquei boquiaberto. Mas veja esse outro vídeo, mais curtinho, que prova que é tudo obra de computação gráfica saída das mãos (e do mouse) de um artista muito talentoso.

Por último, para deixar o assunto bem claro para os mais céticos, deixo um vídeo de 15 minutos que mostra o artista (Alex Roman) criando, a partir de um modelo de uma biblioteca real obtida no Google, o ambiente da cena final do filme.

Uma verdadeira aula de escolha e preparação de texturas e iluminação.

Esses vídeos foram uma dica do meu amigo Dario, também apaixonado por computação gráfica, como eu.

YikeBike – Boa para o trânsito da cidade

Taí uma coisa bacana para o trânsito do Rio de Janeiro e de São Paulo. O único problema é o preço…

Segundo o site da fabricante, o veículo custará (em abril desse ano) £2.995,00 (uns R$8.100,00) lá na Inglaterra.

Depois de falar do defeito, vamos às qualidades. Ele é capaz de carregar uma pessoa que pese até 100Kg e que tenha de 1,60m a 1,95m de altura. A bateria é carregada em mais ou menos meia-hora e tem autonomia de até 10km. A velocidade máxima que ele atinge é de 25Km/h. Essa velocidade é controlada, portanto, se você descer uma ladeira e tentar pegar mais velocidade ele vai, para sua própria segurança, manter a velocidade máxima de 25km/h.

Se você estiver na Inglaterra, especificamente em Birmingham, durante o período de 8 a 11 de abril, poderá fazer um test drive da YikeBike.

Maiores informações no site da fabricante:
http://yikebike.com/

Impressora 3D por US$15K – Protótipos mais próximos do desktop

A impressora uPrint 3D da Dimension, que pode ser comprada por 14.900 dinheiros dos EUA, traz a criação de protótipos feitos em plástico ABS (Acrilonitrila Butadieno eStireno) para cima da sua mesa (ou da bancada da sua empresa). O plástico ABS é resistente o suficiente para se fazer peças móveis e modelos precisos.

Para criar a maquete de um prédio ou partes móveis de um equipamento basta modelar as partes do modelo num software de CAD e depois esperar a uPrint 3D fazer o trabalho dela, depositando camadas de 7 a 10 milésimos de polegadas de plástico ABS em cima de um material que será usado de base durante a construção da peça. Além disso, esse outro material será usado para preencher os espaços vazios da peça durante o processo de construção.

Depois de pronta a peça, o conjunto é colocado numa solução especial que dissolve o material que foi usado como base para a construção, sobrando somente a peça totalmente feita de plástico ABS.

Esse equipamento poupa muito tempo na hora de se fazer peças e máquinas, uma vez que pode-se ver erros de projeto antes de se ter formas e máquinas específicas para a produção em massa.

Vejam abaixo uma demonstração da uPrint 3D em funcionamento.

Ah, e com uma dessas e um scanner 3D, você pode fazer cópias de qualquer coisa que tenha até 8″x6″x6″. 😀

Fonte

MSI lança Telefone VoIP com Android na CeBIT

A MSI lançou na CeBIT um aparelho de telefone híbrido, fixo-VoIP, com uma tela touch de dar inveja em qualquer netbook, animado pelo sistema operacional Android.

Ainda sem estimativa de preço ou disponibilidade no mercado, o aparelho conta com duas portas ethernet, uma porta USB, entrada para linha telefônica analógica, slot de cartão e uma câmera frontal para videoconferências.

Deixo o vídeo abaixo (infelizmente em alemão) para vocês apreciarem o aparelho.

Fonte.

Pô, Marcelo, E72 ?

Já que andam me questionando bastante por eu ter escolhido um E72, resolvi apresentar as minhas justificativas. Meus argumentos estão abaixo, em geral ligados a produtividade e alto poder de comunicação, e talvez possam ser úteis para você se decidir ou não por um equipamento da série E.

  1. A navegação por voz gratuita no E72 foi sem dúvida um fator bem forte. O programa de mapas está muito melhor agora, bem maduro. Fiz três testes em São Paulo e o resultado foi excelente. Cheguei no destino sem conhecer nada da região e sem perder tempo. Todas as navegações foram no modo offline, apenas conectei para ajudar no posicionamento do GPS.
  2. Não gosto de teclado na tela, não são tão produtivos como o teclado do E72 e similares (E71 e E63, por exemplo). Fora que se fica apenas com uma pequena fração do texto visível, algo que me deixa incomodado. Também não gostei dos teclados qwerty longitudinais, como N97 e similares. Mesmo investindo um bom tempo para me acostumar com eles, o qwerty do E72 é mais rápido por causa da proximidade das teclas, do bom feedback ao se pressionar e do design abaulado das teclas.
  3. A bateria do E72 é perfeita para hard users como eu. Quem tem sabe como vai longe e não te deixa na mão. O carregador veicular, agora presente na caixa do E72, remove qualquer medo residual de ficar sem bateria.
  4. O consumo do seu plano de dados acaba sendo melhor já que existem vários aplicativos para acesso a uma API do que uma consulta direta a um site. O Wordmobi é um caso desses, consumindo muito pouco quando comparado com o acesso direto ao site do WordPress. O Opera é um monstro nestas horas também, ajustando todos os sites. Sentia o meu bolso doer ao abrir um site no N900: ele abre tudo, é perfeito nisso, mas com o custo de tráfego de um desktop.
  5. Gosto de ter flash e java disponíveis hoje, não no futuro. Aprecio a ideia do HTML 5 mas não vou comprar um aparelho para usar no futuro. Eu preciso disso tudo agora. No mais, sem Java, muitas aplicações interessantes são ignoradas, como o cliente do Gmail, por exemplo. Não gostaria de ter que abrir mão delas.
  6. Que o Symbian já é velhinho e tem uma interface ultrapassada não tem nenhuma novidade. Mas daí concluir que ele não presta por causa disso é cair num enorme preconceito. Só a multitarefa real do Symbian já me faria pensar nele com um pouco mais de carinho. Não compraria um smartphone sem uma forma decente de multitarefa já que tenho a mania de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
  7. Para o desenvolvedor, se por um lado o Symbian C++ pode ser muito difícil de aprender, por outro o Python, WRT e Flash Light permitem que uma aplicação seja feita em tempo recorde e sem necessidade de assinatura. Em breve, quando o Qt estiver mais maduro para o Symbian, o desenvolvimento nativo (C++) irá se tornar ágil também.
  8. O E72 tem suporte a 3G com altas taxas de download, pode ser usado como modem, suporta hands free e audio streaming via bluetooth que funcionam bem assim que eu entro no meu carro e troca dados facilmente com outros aparelhos. Tudo isso nativamente, sem precisar ficar instalando um monte de programinhas.
  9. O suporte de backup no PC, no cartão e via rede (OVI), além de todo o sincronismo com o restante das características do portal OVI é bem legal e útil. Não gosto da sensação de não ter backup.
  10. Por mais que alguns modelos de outras séries apresentem muitos bugs, a série E vem evoluindo sólida como uma rocha. Quem teve mais de um aparelho dela irá me entender.
  11. A quantidade de aplicações para S60 é bem grande, mesmo que sem o visual moderno presente em outros aparelhos.
  12. Eu não jogo nem paciência no telefone, logo não é requisito pra mim ter um smartphone com bom suporte a jogos. Isto poderia mudar bastante a escolha do aparelho. Também não invisto tempo em redes sociais ou leitura de ebooks, algo certamente que polarizaria a decisão.

É claro que as minhas razões só valem para mim e é importantíssimo que você conheça bem o seu perfil para não se arrepender depois. Na dúvida, liste-as e coloque um peso para cada uma de 0 a 10. Assim vai ser mais fácil na hora de abrir mão de alguma coisa, algo que será inevitável.

Também me perguntam se update do E71 para E72 vale a pena. O E71 já é muito bom, com poucos problemas. Se você usa muito o GPS e os problemas do E71 lhe incomodam bastante, talvez o update seja bom para você. Eu tinha problemas frequentes com a qualidade do áudio, por não ter saída 3,5mm para fone de ouvido e com a baixa qualidade das fotos e vídeos. Acabei decidindo trocar e vendi o E71. Poderia ter esperado um pouco mais, até o preço baixar um pouco, mas decidi encarar o E72 com um desconto de 15% e levando um cartão de 16GB de graça. Não me arrependi, o E72 é exatamente o meu perfil de uso. Estou anotando as diferenças entre os dois e publico em breve.

Via Wordmobi

Ainda sobre transações bancárias seguras

Eu tinha prometido comentar o seguinte post: http://www.zeletron.com.br/2010/03/um-comentario-que-vale-um-post.html

Aqui vai:

Eduardo,

Sua contribuição foi muito legal, mas isto não invalida o conceito de transação. No caso que eu citei no post Grandes Empresas, pequenos programadores, o erro que ocorreu no caixa do Banco Santander foi bem tosco. A máquina reiniciou, caso típico da transação ter sido abortada. Neste caso nunca deveria ter aparecido o débito no extrato pois não ocorreu a mesma.

Seu texto complementa o sentido de transação e os leitores apreciaram muito.

Dia do Pi

Hoje é o dia do Pi. Isso mesmo, 3/14 em notação americana.

O número pi (3,141592….) é um número obtido da relação entre o diâmetro de um círculo e seu perímetro . Nem precisava dizer isto pois os leitores do Zeletron sabem isto.

É um número fascinante: irracional e transcendente.

Aqui vai um programa Python para calcular PI

#!/usr/bin/env python
from __future__ import with_statement
import decimal
 
def pi_gauss_legendre():
     D = decimal.Decimal
     with decimal.localcontext() as ctx:
          ctx.prec += 2
          pi_fun = lambda a,b,t: (a + b)**2 / (4 * t)
          a, b, t, p = 1, 1/D(2).sqrt(), 1/D(4), 1
          pi, piold = pi_fun(a, b, t), None
          while pi != piold:
               piold = pi
               an = (a + b) / 2
               b = (a * b).sqrt()
               t -= p * (a - an)**2
               a, p = an, 2*p
               pi = pi_fun(a, b, t)
               return +pi
 
decimal.getcontext().prec = 100
print pi_gauss_legendre()

PlayStation 2 completou 10 anos em março

No último dia 4, o famoso console PlayStation 2 da Sony completou seus primeiros dez anos e parece que ainda vai ter muito chão pela frente. (O PlayStation original completou 15 anos em dezembro de 2009)

O console alcançou no ano passado a incrível marca de 140 milhões de unidades vendidas e continua aumentando esse número. Para várias pessoas, esse foi o seu primeiro aparelho de DVD, assim como o PlayStation 3 está sendo o primeiro Blu-ray para muita gente. (Não é o meu caso. Não tenho nem PS3 nem Blu-Ray :D)

A Sony fez uma linha do tempo com os 15 anos da plataforma PlayStation. Se você souber japonês, me diga o que escreveram lá: http://www.scei.co.jp/PS15th/#/PS2

Fonte

Um comentário que vale um post

Um leitor, o Eduardo que tem o blog
evolubit.com.br fez o comentário que vai abaixo no post “grandes empresas, pequenos programadores” – muito bom argumento que comento ainda hoje.


Cara, assim como o TIRANOREX te informou que isso é normal eu te digo que tanto é normal como o exemplo batido das faculdades de informática (sou formado em Sistemas de Informação) é péssimo para explicar o sentido da transação.

Eu já trabalhei em uma empresa que cria software para essas máquinas e o que os “gersons” conseguem fazer é inimaginável. Olha esse caso que eu vou contar e tu vais entender por que mesmo com um erro na entrega das notas o valor deve ser debitado.

A máquina possui as seguinte peças (que são importantes para esse caso):
– Os cartuchos (onde ficam separadas uma pilha de notas, contadas. E cada cartucho possui notas de somente um valor). Na hora que a máquina é carregada o software (que possui um backoffice) solicita que tal quantidade de quais notas seja inserida e o número deve bater com o cadastro no banco de dados central do banco)
– O selecionador de notas (que junta as notas que vêm de cada cartucho e as conta. Alguns equipamentos possuem identificação óptica através daquele conjunto de símbolos que há nas notas – no canto esquerdo da face da cédula)
– O dispenser, um equipamento externo que disponibiliza as notas.

Bom, diminuindo a explicação:
Se o erro acontece no cartucho (notas grudadas por exemplo), ou no selecionador (a contagem não condiz com o valor) essas notas são descartadas (há um local dentro da máquina que recebe esses valores e um ticket é registrado, a máquina pode tentar novamente ou até mesmo bloquear a opção de saques. Agora, se o erro é no dispenser, como por exemplo o cliente esquecer de pegar o dinheiro (é, acontece) a máquina recolhe as notas e conclui a transação (bancária).

Parece burro né? Pois é, mas já teve gente que faz o seguinte: Como a máquina identifica apenas que “há” ou não notas no dispenser, o cara manda sacar R$200, aí a máquina disponibiliza 2 notas de R$50, 3 notas de R$20 e 4 notas de R$10, o cara cuidadosamente retira as notas centrais, a máquina recolhe o dinheiro por que ele não foi pego e se não fosse debitado o cara repetia essa operação até terminar o dinheiro da máquina.

Hoje se tu tentar alegar que pediu R$200 e não veio os caras vão identificar o tíquete, conferir nas câmeras e te devolver só os R$60, isso se não acionarem as autoridades.

É meu amigo, duvido que tu tinhas pensado nisso.