HTC Ultimate – Primeiro WP7 no Brasil

Como o chefe-master-supremo deste blog já comentou, hoje foi lançado o HTC Ultimate com Windows Phone 7.5. Fui representando o Zeletron e pude tirar algumas fotos. Como meus dotes de fotógrafo são bem toscos acredito que você irá encontra fotos melhores pela Internet, mas não poderia deixar de colocar uma pelo menos aqui.

O Aparelho visto de perto é bem bonito e elegante.

O evento foi legal para conhecer algumas pessoas que escrevem sobre tecnologia cujos blogs eu leio: Bia Kunze, Rodrigo Toledo, Richard Max.

Gostaria de agradecer ao pessoal da HTC, Microsoft e Vivo pelo convite feito através da S2Publicon.

HTC Ultimate – Direto da coletiva da HTC/Vivo

Hoje o Pedro Paulo foi representar o Zeletron na coletiva da HTC e da Vivo para a apresentação do HTC Ultimate, o primeiro aparelho com Windows Phone 7.5 a ser lançado no Brasil.

As especificações do aparelho impressionam:

  • Tela de 4.7″ com resolução de 480×800
  • 9,9mm de espessura
  • Peso com bateria: 160g
  • Processador Qualcomm Snapdragon S2 de 1.5GHz
  • 512MB de RAM
  • 16GB de Memória interna (12.6 livres)
  • Conector MicroUSB
  • Conector de fone de ouvido stereo 3,5mm
  • Câmera de 8MPixel (abertura de 28mm F2.2)
  • Dual Flash de LED
  • Grava vídeos em 720p
  • Câmera frontal de 1.3Mpixel
  • WiFi, GPS, Bluetooth 2.1

O aparelho será vendido pela Vivo e custará no pré-pago R$ 1.799,00 (o mesmo que o iPhone 4 custou quando foi lançado no ano passado) e no plano Vivo Smartphone 100 ele vai custar R$ 1.149,00

Mais tarde colocaremos nesse post (ou em outro) as fotos do evento e mais informações sobre o aparelho. Fique ligado.

Review do HTC Touch 2

Conforme prometido, segue abaixo o review do HTC Touch 2 que eu recebi para testes.

Como sempre, começo com os pontos negativos, para terminar com os positivos.

Nos pontos negativos, vêm, quase empatados, a bateria e a câmera do celular. A primeira não durou mais de um dia comigo, o que é facilmente compensado pelo fato de se carregar o celular via USB. Com isso, quando estava do lado do computador, o deixava carregando. Já a câmera, ela não tem flash. Isso dificulta, ou até impossibilita fazer fotografias sem luz natural ou em lugares com pouca luz. Em lugares com luz natural, as fotos saem decentes. Acredito que a falta de flash seja em parte causada pela bateria mais fraca do HTC Touch 2, já que existe bastante espaço na parte traseira para um LED.

Agora vamos aos pontos fortes do aparelho.

Apesar de ter a mesma tela resistiva de 320×240 que o HTC Touch, O Touch 2 é muitíssimo mais completo que seu irmão mais velho. Ele vem equipado com A-GPS, 3G HSDPA Dual Band, 256MB de RAM, 512MB de ROM, CPU Qualcomm de 528MHz, Rádio FM com RDS e, pasmem, fone de ouvido com plug normal (3.5mm), coisa que não tinha encontrado em outro HTC antes.

Além disso tudo, o Touch 2 é animado pelo Windows Mobile 6.5, que é muito melhor que o Windows Mobile 6.1 do HTC Touch Pro que eu testei antes. O Windows Mobile 6.5 já vem com o Market Place, a loja de aplicativos da Microsoft. Lá, com seu login do Hotmail, ou MSN, você pode ter acesso aos programas que estão disponíveis para instalar no seu aparelho.

Muito parecida com a AppStore, a Market Place tem muito menos programas gratuitos e os programas pagos, em média, são bem mais caros que os que estamos acostumados a encontrar na AppStore. Mesmo assim, existem boas opções de programas gratuitos e outros baratos.

Além de ter a Market Place, o Windows Mobile 6.5 é muito mais esperto e ágil que o 6.1. Com o Touch Flo da HTC, então, ele fica ainda mais esperto. Já é possível usar o aparelho sem a canetinha boa parte do tempo. Tarefas básicas como discar e abrir e usar alguns programas não exigem mais a bendita canetinha. Isso ajuda muito.

Outros pontos positivos do aparelho são o seu tamanho e o acabamento extremamente bem cuidado, fazendo desse celular um belo aparelho e muito confortável de se carregar no bolso da camisa ou da calça.

Ainda nos pontos positivos, a clareza das chamadas me chamou a atenção. O sinal do celular não fica oscilando e o som das chamadas é claríssimo. Muito, mas muito mais nítido do que o meu E71, que eu já achava imbatível. Esse ponto me impressionou mesmo.

Esses, realmente são os pontos fortes desse aparelho, na minha opinião. Uma chamada cristalina e um acabamento primoroso.

Quanto ao preço, um usado pode sair por 500 pratas e, um novo, na operadora, com um plano pós pago, pode sair de R$949,00 até de graça, dependendo do plano (vi na loja virtual da TIM).

Deixo abaixo umas fotos do aparelho que recebi para testes e que amanhã estará a caminho da HTC novamente.

Como formatar o HTC Touch 2

Na semana passada a HTC me mandou o HTC Touch 2 (ou HTC T3333) para eu testar.

Apesar de ser um celular animado por um Windows Mobile, gostei muito desse aparelho.

Vou fazer o review ainda nessa semana, mas, como é de costume, segue o procedimento de formatar (ou Hard Reset) o aparelho, para deixá-lo como veio de fábrica.

Antes de começar, faça um backup geral dos dados e dos programas que você tem instalados no aparelho.

Não se esqueça de fazer o procedimento com a bateria carregada, para evitar surpresas desagradáveis.

1) Desligue o aparelho

2) Segure simultaneamente as duas teclas de volume (na lateral do aparelho)

3) Ainda segurando as duas teclas de volume, aperte e solte a tecla de terminar a chamada (Ou de ligar o aparelho)

Nesse momento o celular vai se ligar e vai exibir a seguinte mensagem na tela:

4) Aperte a tecla de aumentar o volume para concluir o hard reset.

Esse procedimento vai demorar uns 2 minutos, e, ao final dele, o celular vai pedir para reiniciar o aparelho, apertando a tecla de aumentar o volume.

Pronto. Agora seu aparelho está como veio de fábrica.

Primeiro Symbian^3 pode não ser da Nokia

O diretor executivo da Symbian Foundation, Lee Williams, afirmou numa entrevista nesta semana que um fabricante asiático não vai esperar o início das vendas do N8 para começar a comercializar seu primeiro aparelho baseado no sistema Symbian^3. Se isto for verdade, a Nokia não será a primeira a vender aparelhos com o novo sistema do qual ela mesma abriu o código.

Lee Williams não quis dizer qual fabricante asiático estaria preparando essa rasteira cartada, mas dizer o aparelho seria lançado por uma empresa asiática já reduz a poucas empresas que fazem parte da Symbian Foundation (apesar de que agora qualquer uma poderia usar o sistema). Isso, na minha humilde opinião, reduz o leque de empresas a quatro ou cinco, a saber: Samsung, LG, HTC (?), ZTE e Sharp. Meu faro aponta para a Samsung, mas se o aparelho viesse da LG, seria uma jogada de mestre dela, já que ela ainda engatinha no mercado de Smartphones.

E você? Aposta em qual?

Review do HTC Touch Pro

Na semana passada, conforme contei por aqui, recebi o HTC Touch Pro para testar. Hoje o devolvi para a HTC. Vamos ao review!

O último aparelho que eu tive que rodava Windows Mobile (está bem, nem era Windows Mobile, era Windows CE) foi meu saudoso Compaq Aero 1550 que tinha uma CPU de 70MHz (não esqueci um zero não). Isso foi lá pelos idos do ano 2000. Aliás, nem celular ele era, era um pré Pocket PC da Compaq, que concorria com os Palms IIIe.

Depois disso, nunca mais usei nenhum aparelho com o Windows Mobile e, confesso, tenho um bom preconceito contra esse sistema operacional.

Depois que comecei a testar aparelhos da HTC, descobri uma porção de amigos que são fãs não só da HTC como do Windows Mobile. Tenho um amigo, por exemplo, que tem um HTC TyTN e ama o bicho de paixão. Descobri também que o legado de programas desenvolvidos para a plataforma é muito grande (principalmente para o mercado corporativo). Hoje em dia não se vê um distribuidor de qualquer mercadoria que não tenha um aparelho com Windows Mobile conectado via celular à rede da empresa.

A tentativa da HTC em melhorar a interface do Windows Mobile foi muito bem sucedida. Se ele estiver bem configurado, você não vai passar muito tempo procurando seu programa no Menu Iniciar. Ele tem uma interface TouchFLO™ 3D e isso ajuda muito na utilização do celular. Em alguns casos você não precisa nem usar a stylus.

Interface TouchFLO

Além do Windows Mobile, existem na internet várias comunidades que ensinam a instalar o Android nos aparelhos da HTC. Com isso, você pode usar o sistema operacional do Google no HTC Touch Pro. Eu não cheguei a testar, mas várias pessoas já conseguiram instalar. Aliás, existe a possibilidade de fazer a instalação até sem apagar o Windows Mobile, caso você queira testar podendo voltar ao sistema original. Maiores informações nesse site aqui (em inglês).

HTC Touch Pro rodando Android

Agora vamos ao hardware do HTC Touch Pro. Nesse quesito, ele dá um banho em muito aparelho por aí, vem equipado com Teclado QWERTY (que merece um capítulo à parte) deslizante, dualband 3G HSDPA, quadriband GSM/EDGE, A-GPS, Câmera de 3.2MPx com flash de LED e auto foco, tela resistiva de 480×640 (VGA), Acelerômetro, câmera frontal para videochamadas, bateria de 1340mAh, WiFi, Bluetooth, NaviKey touch (tecla direcional), CPU Qualcomm MSM 7201A 528 MHz e Rádio FM com RDS.

Como eu falei, o teclado do HTC Touch Pro é maravilhoso. Ele não é tão bom quanto o teclado do E71, mas dá de 1000 a zero no teclado medonho do N97. As teclas são muito bem distribuídas, têm um tamanho bom (até para quem tem mãos de ogro como eu), existe uma fileira de teclas numéricas, o que evita bastante as teclas de função e é muito macio.

O único problema do hardware dele é a espessura. O bicho é muito gordo. Não que isso seja um problema, né? Nós gordos temos nosso charme ;). Mas fora o charme, usar um celular com aquela espessura no bolso é um incômodo. Para o HTC Touch Pro, o ideal é uma capinha no cinto. Quem usa um N95 sabe do que eu estou falando.

A bateria do aparelho também não faz feio. Comigo, ela durou quase dois dias, façanha que só o E71 tinha conseguido até hoje, com o meu uso de internet 3G e WiFi. Nesse ponto, prefiro essa bateria à do meu N82 que não dura nem um dia inteiro.

Bom, para uma pessoa que tinha preconceitos contra o Windows Mobile, até que o HTC Touch Pro conseguiu mudar um pouco a visão que eu tinha do Sistema. Além disso, com a possibilidade de instalar um Android no aparelho, ele ganhou muitos pontos comigo. E você? O que achou dele?

Concurso Cultural HTC #twitterdahtc

A HTC acaba de lançar um concurso cultural via twitter que vai premiar com um HTC Magic as melhores idéias para o que você (seguidor) quer ver no #twitterdahtc.

O concurso termina nesta sexta, 09/04/2010.

Vejam as informações sobre o concurso abaixo:

  • Responda “O que você quer ver no #twitterdahtc?”
  • As melhores idéias concorrem a um HTC Magic 0Km
  • As mensagens devem ser enviadas até esta sexta, 09/04/2010
  • Para participar, você tem que responder a questão para o twitter @htcbrasil (citando o nome do perfil) e utilizar a hashtag oficial #twitterdahtc!
  • Neste link vocês encontram o regulamento completo do concurso cultural: http://twitpic.com/1dgzgd

Review do HTC Magic – Parte 2

E chegamos à parte final do review do HTC Magic. Caso você tenha perdido a primeira parte, clique aqui.

A primeira parte do review foi basicamente sobre o hardware do aparelho e essa segunda parte se propõe a cobrir uma boa parte da parte de software do HTC Magic. Como ele é um aparelho com sistema Android, acredito que encontremos as mesmas coisas em outros aparelhos com a mesma versão do sistema móvel do Google, no caso desse aparelho, a 1.5.

Antes de falar sobre o sistema, prometi falar sobre a duração da bateria no último post. Pois então:

Tenho usado o aparelho de forma bem pesada nesses dias em que estou com ele para testar. Mesmo assim não fiquei sem bateria nenhum dia sequer. Ela durou pelo menos um dia inteiro. Alguns dias de menos uso cheguei no final da jornada com bateria suficiente para uma noite inteira sem uso e mais uma manhã de uso. O meu uso normal foi de internet 3G ou WiFi conectada o dia inteiro (checando e-mails e twitter), um pouco de uso de GPS e chamadas telefônicas. Meu veredito: Bateria aprovadíssima!

Voltemos agora ao sistema do aparelho.

Como eu falei no post anterior, digitar textos nesse aparelho pode ser complicado, ainda mais se você tem dedos de ogro como eu. Nunca consigo apertar as teclas certas. Pensando nos Shreks como eu, o sistema tem um dicionário interno, capaz de identificar digitações erradas e sugerir palavras. Minha estatística é que, se eu não olhar para o que está saindo e digitar, acerto 90% das palavras com a correção do sistema. Além disso, quando não acerto e ele não sugere a palavra certa, a alternativa correta é uma das 3 ou 4 que ele oferece.

Resumindo, digitar no HTC Magic não é das tarefas mais agradáveis. Mesmo assim é possível acertar bastante, devido ao sistema de correção e sugestão de palavras que ele tem. Ainda prefiro um teclado físico. Talvez um teclado como o do HTC Dream fosse a solução para esse problema. A trackball do aparelho ajuda na hora de escolher uma palavra alternativa sugerida e na hora de editar textos.

No quesito multimídia, o único pecado do Magic é o seu fone de ouvido com conector proprietário. Fora isso, o alto-falante do viva-voz pode ser usado para ouvir músicas e assistir vídeos sem problema nenhum, com uma qualidade de som muito boa, melhor inclusive do que a qualidade do som dos alto-falantes do N97.

O player de música é bom, muito parecido com o do iPhone/iPod. Mostra as capinhas de disco e você pode navegar entre os discos da mesma forma que nos aparelhos da Apple.

Na parte de vídeos ele vem com um player nativo do Youtube. Muito interessante.

A grande qualidade do aparelho (imagino que seja comum dos aparelhos Android) é a integração tão útil quanto óbvia com os serviços do Google e com algumas redes sociais (Twitter e Facebook).

Logo que você liga o aparelho pela primeira vez, já tem oportunidade de se conectar ao GMail para checar e-mails, sincronizar a agenda e os contatos. Como eu sincronizava com frequência o meu E71 (e os outros Nokias precedentes a ele) com o GMail, não precisei me preocupar com os contatos de telefone. Vieram todos “automagicamente” do GMail, inclusive com e-mails e fotos.

Ainda nesse quesito, o Google Maps e o Latitude funcionam perfeitamente com o GPS munido de bússola eletrônica. Nesse ponto o HTC Magic (com um bom plano de dados) é perfeito.

Para fechar a integração com o Google, ele vem com o Google Talk instalado. O aplicativo só permite chats, mas já é mais do que suficiente. Caso você queira usar VoIP e outros Instant Messengers, use o Nimbuzz, disponível no Android Market.

Detalhe curioso: Parcialmente ensolarado às 20:03? 😀

Por falar em falar, o aplicativo de telefone é completamente integrado com os contatos do GMail. Se você tem uma lista de contatos organizada, vai ser muito simples usar o telefone. Você começa a discar e ele vai mostrando todos os contatos que têm aqueles números.

Outra função natural de um celular é receber e enviar mensagens SMS. Nesse ponto ele é bem parecido também com o iPhone. Nativamente ele guarda as mensagens na forma de conversa, como se fosse um chat.

O browser para navegar na Web é bem rápido e funciona muito bem, a menos do fato de não abrir itens em Flash nas páginas. Quando existe algum vídeo do Youtube ele abre a aplicação nativa do Youtube para mostrar o vídeo. Fora isso, você pode navegar normalmente nas páginas e aproveitar o telão para ver as páginas de forma mais confortável.

Na parte da loja de aplicativos, o Android está muito bem servido. São centenas de jogos e milhares de aplicativos, grande parte gratuita, para você instalar no aparelho. Difícil é escolher. 😀 Aliás, o sistema da Android Market é bem legal. Você pode ir escolhendo os programas que ele instala em segundo plano enquanto você escolhe mais e mais programas.

Ah, e na parte de jogos o aparelho não faz feio não. O acelerômetro e a telona capacitiva ajudam muito na hora da diversão com jogos.

Antes de fechar o post com a conclusão, uma dica. No Android os programas ficam sempre abertos, mesmo que você os feche com o botão de voltar ou clicando na casinha. Para liberar memória, me deram a dica de instalar o Advanced Task Killer, um aplicativo gratuito que justamente fecha (ou mata) os programas que estiverem rodando, seguindo suas ordens. Muito útil.

Para fechar:

Esse foi o meu primeiro review de aparelho que não era daquela marca finlandesa e o resultado foi muito bom, na minha opinião. Apesar do Android ainda ser um sistema novo, em comparação com o Symbian e o Windows Mobile, ele está muito forte e crescendo muito rapidamente.

Se você está querendo um aparelho para estar conectado o tempo inteiro e poder jogar bastante, o HTC Magic é uma boa opção.

HTC no Movilforum Latinoamérica 2010

A HTC está participando do Movilforum Latinoamérica 2010, que acontece hoje e amanhã das das 9h30 às 18h00, no Hotel Windsor Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (Av. Lúcio Costa, 2630 – Barra da Tijuca). A HTC é patrocinadora Diamond da 10ª edição da feira, que é uma iniciativa das operadoras Vivo e Telefônica.

Rodrigo Byrro, diretor de Negócios da HTC Brasil, fez uma palestra sobre os diferenciais da HTC, as vantagens tecnológicas das plataformas presentes nos aparelhos da marca e o trabalho da empresa junto aos desenvolvedores para a criação de plataformas de serviços. Segundo ele: “a adoção contínua de plataformas de mobilidade por companhias de diversos portes e com atuação em segmentos de mercado variados, aumenta a demanda por soluções cada vez mais completas e dedicadas. Outro desafio é o gerenciamento dos dispositivos e serviços móveis adotados de acordo com as particularidades de cada empresa. Com base nesse cenário, a HTC conta com parceiros de variadas competências e disponibiliza um consultor especializado para entender as necessidades do cliente em todas as etapas do projeto”.

O evento vai até amanhã. A HTC está com um stand onde estão os aparelhos que compõem o portfólio local da companhia, entre eles o HTC Magic e o HTC Touch2. Também estão no stand os últimos lançamentos mundiais: HD2, Legend, Desire, Snap e Smart.

Review do HTC Magic – Parte 1

Como alguns já sabem, recebi na sexta-feira o HTC Magic para testar. Esse foi o primeiro HTC a chegar ao mercado brasileiro com Android. O HTC Dream (Google G1) não chegou aqui no Brasil.

Esse também foi o meu primeiro contato com a plataforma Android. Eu nunca havia testado tão de perto um telefone com Android. O único telefone com Android que eu mexi foi um Samsung que estava emprestado com o Nick Ellis do Digital Drops, quando fomos a um evento São Paulo. Foi um contato breve no aeroporto, enquanto esperávamos para fazer o Check-in. Agora pude ver com mais detalhes o dia-a-dia de um Android.

Vamos começar pelo que eu não gostei, para terminar bem esse review com o que eu gostei. Afinal de contas esse aparelho merece terminar muito bem o review.

Foram poucos os pontos que não me agradaram no HTC Magic.

O primeiro deles foi a falta de um flash (um LED, pelo menos) na câmera de 3.2MPx com foco automático. Com isso não há possibilidade de tirar fotos decentes à noite. Ainda não testei a câmera de dia, mas as fotos tiradas com iluminação artificial à noite ficaram ruins.

Eis a câmera. Realmente caberia um flash de LED nesse espação.
Eis a câmera. Realmente caberia um flash de LED nesse espação.

Falta um teclado físico. Não gosto de ficar digitando na tela porque erro muito a digitação. Na próxima parte do review vou falar mais sobre isso e sobre o método de correção de texto do HTC Touch que é muito bom. Em parte ele resolve o problema, mas continuo achando um teclado real mais produtivo.

Também falta um radinho FM. Isso faz falta para mim. Ouço jogos de futebol no celular sempre.

Fone de ouvido e microUSB proprietário, que também serve para carregar. Realmente o fone de ouvido poderia ser um plug de 3,5mm. Vejam abaixo a foto do plug.

Na parte de baixo do telefone temos o plug que serve para carregar, para ligar à USB e para o fone de ouvido.
Na parte de baixo do telefone temos o plug que serve para carregar, para ligar à USB e para o fone de ouvido.

Por último, o tempo de boot do aparelho, que, com 1:30 min, fazem você pensar duas vezes antes de desligá-lo ou deixá-lo ficar sem bateria. Fiz um videozinho que deixo abaixo:

Observação. Repare que quando eu passo o dedo a primeira vez na tela, eu passei a unha, o que nem sempre dá certo em telas capacitivas, apesar de funcionar sempre em telas resistivas como a do N97. Na segunda vez eu passei o dedo e ele respondeu na mesma hora.

Agora vamos às coisas boas desse aparelho. 😀

A tela é a primeira coisa que você repara nele. Ela realmente é bem grande, com 3.2″, e tem uma resposta aos toques muito boa (ela é capacitiva). O scroll cinético dele é tão bom quanto o do iPod Touch/iPhone e muito mais ágil do que o do N97 (que tem uma inércia incrivelmente grande). Além disso, ela funciona perfeitamente ao sol.

Outro quesito incrível do HTC Magic é a espessura do aparelho. Vejam nas fotos abaixo a comparação com o iPod Touch e com o N97.

De cima para baixo: iPod Touch 1ª Geração, HTC Magic e N97
De cima para baixo: iPod Touch 1ª Geração, HTC Magic e N97
Da esquerda para a direita: N97, HTC Magic e iPod Touch 1ª Geração
Da esquerda para a direita: N97, HTC Magic e iPod Touch 1ª Geração
Da esquerda para a direita: N97, HTC Magic e iPod Touch 1ª Geração.
Da esquerda para a direita: N97, HTC Magic e iPod Touch 1ª Geração.

O iPod Touch pode até ser mais fino, mas ele não é um telefone. Se fosse comparar com o iPhone, ele ou empataria se ele não fosse um pouco dobrado na parte de baixo. O N97 realmente não tem comparação em termos de tamanho. É um tijolo mesmo.

Ainda não testei bem a bateria do HTC Magic. Ele veio com um pouco de bateria ainda na sexta-feira e ontem viajei e só o usei na ida, trocando para o E71 quando cheguei no destino. Não posso ainda dizer quanto tempo ela dura. Vou deixar carregando hoje de noite e amanhã começo a testar mesmo a duração dela.

Em todo caso deve durar bem. Ela é uma bateria de íons de Lítio com capacidade de 1340 mAh, o que é menos do que os 1500mAh da bateria do E71, por exemplo. Vamos ver como ela se comporta amanhã.

A bateria é meio gordinha. Mas tem 1340mAh.
A bateria é meio gordinha. Mas tem 1340mAh.

Outra parte muito boa do celular é ter WiFi e 3G. Apesar disso, o Android tem uma coisa meio desagradável que é escolher o ponto de acesso automaticamente para você (se estiver fora do WiFi, vai usar a operadora sem te perguntar), mas isso eu falo depois. Agora só digo que tanto o 3G quanto o WiFi funcionaram perfeitamente comigo. O 3G dele é HSDPA 850/2100MHz, ou seja, funciona com qualquer operadora nacional (apesar desse exemplar que eu estou testando ser da TIM).

Por último, no quesito hardware, fecho essa primeira parte do review com o GPS com bússola eletrônica. Uma perfeição funcionando em conjunto com o Google Maps.

Ah, faltou falar das vísceras do aparelho. Ele é animado por um processador Qualcomm MSM7200A com 528MHz, tem 512MB de ROM, 288MB de RAM e vem com um microSD de 2.0GB.

Aguardem a próxima parte do review do HTC Magic em alguns dias. Por enquanto, deixo mais umas fotos.