Explicando para leigos o problema com OpenSSL Heartbeat – CVE-2014-0160

Este vídeo abaixo explica em linhas gerais o problema com o OpenSSL que talvez tenha sido o pior bug de segurança da história da Internet.

Se quiser se aprofundar no assunto olhe o site oficial do bug.

Além disso como sempre, quando o assunto é segurança, eu recomendo a leitura do blog do Bruce Schneier. Você pode testar se um site foi afetado aqui: http://filippo.io/Heartbleed/

Malaysia Airlines enquanto dura o mistério

Inúmeras pessoas tem me perguntado sobre o “acidente/incidente/sequestro/sumiço/abdução” do vôo MH 370. Muita especulação tem ocorrido e nada de muito concreto está disponível, portanto prefiro não especular, mas já que você veio aqui neste blog eu indico alguns recursos para quem quiser aprender mais sobre o fascinante mundo da aviação.

Forum Contato Radar, maior fórum de aviação do país, vários pilotos e profissionais discutem temas relacionados a aviação ali, recomendo acompanhar.

AVHerald: Todos os eventos relevantes em termos de aviação do dia.

Questões, tem um StackExchange para aviação.

Fotos de aviões? Airliners.net.

Está esperando no aeroporto e quer saber quantos anos tem a jabiraca em que vai voar? Airfleets.net

Contos sobre aviação? Leia o blog do Eder. Dali saiu a história que vai abaixo.

Caro Eder

Esta semana saiu em um jornal de Belo Horizonte que o Superintendente da Infraero para os aeroportos da Pampulha e Carlos Prates havia declarado em uma reunião no Rio de Janeiro que “No Carlos Prates, se for preciso, pode pousar até um Jumbo”. Se fosse um antigo chefe meu, estaria falando: “NEM POR UM CACE&#$!!!”. No meu entendimento isto seria impossível, certo?

Atenciosamente,

Fernando Coelho Gallo de Assis

Resposta:

Caro Fernando

Ó você errado…

Não só é possível como também bastante simples. Anote o procedimento para pouso curtíssimo, que foi testado por mim exaustivas vezes, quase todas com sucesso, e que já é aceito por várias empresas no mundo todo:

Faça uma aproximação bem estabilizada, de preferência antes do externo. Isso é importante. Procure estabilizar um pouco abaixo da rampa normal (no ILS alguma coisa com um dot mais baixo). Utilize a VRef -5 para a aproximação. A idéia é você chegar no marcador interno bem mais baixo, com full flapes e no limite da VRef. Após este ponto deixe a velocidade cair para VRef -15, certifique-se de full flapes, abra os airbrakes, encha a mão na manete de potência e pise nos freios (puxar o parking também ajuda). A aeronve estará totalmente “travada” no ar e os motores vão se encarregar de supendê-lo até a cabeceira. Note que isto é possível pelo fato do avião estar nesta posição com 25 a 30 graus de pitch e com uma razão de descida de uns 800 fpm. Ao cruzar a cabeceira basta reduzir um tiquinho o motor que a aeronave cai suavemente na própria sombra. Como os freios já estão acionados, o avião pará antes de terminar a sombra… Uma dica: devido ao pitch elevado, o leme tende a ficar em uma “zona morta”, sem eficiência. A utlização dos ailerons para correção de eixo é um pouco desaconselhável e complicada. Nos multimotores, com o 747, o procedimento de correção de reta é facilitado pela utilização diferencial dos motores externos, o que pode ser feito pelo copila se ele não for um Zé Mané.

Li um artigo numa revista especializada (acho que era Contigo, não lembro) em que é possível, para operações habituais em pistas curtas e altas, a instalação de uma âncora no cone de cauda, semelhante ao gancho utilizado nas aeronaves que pousam em porta-aviões, equipamento que é reconhecidamente eficiente para pousos curtíssimos.

Um abraço,

Eder

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Grande Eder

Está perfeita sua argumentação para o pouso! Vou mandar para umas listas que frequento, onde o povo acha, assim como eu achava, que não dá para pousar. Mas, a não ser que a companhia queira ganhar dinheiro vendendo ingresso pra minerada conhecer o jumbo e tirar foto com a mão na manete, como que eles vão tirar o bicho de lá?

Lembro que Charss Pratss está no alto de um morro e as ruas prá lá são estreitas… convinha que ele saísse voando.

Fernando C. G. Assis

Resposta:

Amigo Fernando

Uma dúvida pertinente. Essa é outra situação não prevista nos manuais de operação das aeronaves, a famosa OT -1 (leia: ó tê traço um), mas perfeitamente possível de executar.

Pratiquei muitas vezes com aeromodelos, e em todas funcionou. No Aerobueiro, com marcações na pista, também funcionou na maioria das vezes. Falta achar um barranco para testar o afundamento após a decolagem…

Mas vamos lá: em uma decolagem normal geralmente colocamos flapes 15, aplicamos potência até o limite e, com pista sufuciente, chegamos até a VR. Jóia. Mas e com pista curta? Eis a questão… confesso que uma decolagem de pista muito curta dificilmente termina em sucesso. Mas avaliando o Carls Pratiss observamos que existe uma situação promovida pela natureza que nos auxilia: a pista fica no topo de um cocuruto! Este simples fato viabiliza as operações comerciais em pistas até mais curtas, como as que tenho testado com aeromodelos em minhas andanças pelo mundo. Anote o procedimento:

Antes um procedimento de solo. Vá até o fim da pista e calcule o ponto PAF. Mais pra frente você vai saber o que é. Este ponto é dado pela fórmula:

             TC8 = Cp*(Alt / PAt * 0.0873) - cos(Vv*Dv/sen45)
                  --------------------------------------------
                             !Vr-(v1*v1) + 2v1*MTOW

             PAF = TC8 * hh:mm / C_Est

Onde:

Cp = comprimento da pista
PAt = Pressão altitude
Vv/Dv = Velocidade e direção do vento
hh:mm = hora precisa da decolagem
C_Est = Constante de estação do ano, disponível em uma tabela na OT-1

Pelas minhas contas, numa situação típica de decolagem ao meio-dia no verão, o PAF para o Carls Pratiss fica exatamente a 58 metros antes do fim da pista. Marque este ponto com uma bandeira amarela.

Alinhe o Jumbo. Certifique-se de que não existem obstáculos atrás da aeronave e dê uma pequena ré até os pneus principais caírem na grama. Somente os principais, a bequilha fica no asfalto. Já explico porque… Recolha os flapes e desative o auto-throtle puxando o disjuntor (para evitar que um sistema secundário restrinja a aceleração). Isso é importante. Com os freios acionados aplique potência total. Espere os instrumentos atingirem a faixa amarela (com muito cuidado, pois estamos no modo manual). Depois que os motores estabilizarem, solte os freios e leve as manetes até o ponto DPI (Depois do Painel de Instrumentos). A aeronave irá demorar um pouquinho para sair da inércia, pois estamos com os trens principais na grama (lembra?). Estes poucos segundos de atraso permitem que os motores alcancem sua potência máxima. Como a temperatura permitida na maioria das turbinas é de 2 segundos na faixa vermelha, antes desse tempo o avião já estará em movimento, e o vento relativo se encarregará de dar uma “refrescada” na turbina, evitando sua explosão. Já em movimento esqueça o painel (mesmo porque vai estar tudo vermelho mesmo) e fique de olho na bandeira amarela no fim da pista. É o PAF ou Ponto de Abaixamento dos Flapes. Até lá correremos sem flapes, para reduzirmos o arrasto aerodinâmico, e com isso atingirmos a velocidade máxima mais rápido. Inteligente isso, não? No través da bandeira amarela aplique o dobro dos falpes necessários para uma decolagem normal (neste caso 30 de flape tá bão). Nossas velocidades nesta corrida são despezíveis, pois não existe VR (a gente não roda, só faz levantar o nariz um pouquinho) e a V1 e V2 são impraticáveis. Portanto relaxe. Antes do final da pista puxe o manche até a metade do seu curso para trás. A aeronave vai levantar o nariz, mas não irá decolar. Quando a pista acabar o avião estará levemente sustentado e afundará no despenhadeiro. Não puxe o manche neste momento para evitar o toque da cauda no barranco quando as rodas caírem no vazio!!! Depois de livrar a cauda, controle a queda com o curso do manche disponível (por isso puxamos só metade, pois teremos 50% de curso pra frente ou pra trás no caso de necessidade, entendeu?). Sempre que possível alivie o manche para ganhar alguns centésimos de nó no velocimetro, de maneira que você não coloque em risco as casas que estão embaixo. Uma boa técnica de saber até onde podemos baixar o nariz com segurança é esticar o braço sobre o painel com a mão fechada. O objeto que devemos ultrapassar não deve estar abaixo do terceiro ossinho das costas da mão, de baixo pra cima. Com o tempo a gente faz isso rapidinho. A medida que a aeronave vai parando de cair, recolha os flapes. Depois disso é só chamar o controle e subir em rota…

Com prática o procedimento torna-se rotineiro.

Um abraço e lembre-se: antes de ficar na dúvida do errado, me escreva para ficar na certeza!

Eder

Espero que o avião da Malaysia tenha pousado são e salvo e que todos os passageiros estejam vivos.

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Você quer um 4G com qualidade? O Governo do PT não quer.

Trecho de um artigo da Folha de São Paulo de ontem, comento abaixo. Os grifos são meus.

As teles devem ajudar a salvar as contas do governo, que decidiu mudar as regras da fase dois do leilão do 4G para reforçar o caixa e, assim, cumprir as metas de superavit fiscal sem apelar para manobras contábeis. O leilão está previsto para agosto, e o governo, que antes pensava em cobrar R$ 6 bilhões pelas licenças e impor metas de cobertura aos vencedores, agora quer um valor maior, retirando parte das obrigações das empresas. A Folha apurou que, com as novas regras em estudo, a União poderá levantar até R$ 15 bilhões.

O governo prevê uma meta de superavit neste ano de 1,9% do PIB e já sinalizou que pretende cumprir o objetivo sem as manobras de anos anteriores, que criaram dúvidas sobre a credibilidade da política fiscal do país. No debate do 4G, Tesouro e Ministério das Comunicações estão em lados opostos. Para cobrar o máximo possível, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, defende o mínimo de metas aos vencedores. Uma das ideias é vender as licenças, sem obrigações de cobertura, em dois blocos, e não em quatro, como previsto inicialmente. Isso já elevaria o preço das licenças para R$ 12 bilhões. Não está claro como seria esse modelo, mas pode afetar a exigência de cobertura (deixando cidades menores de fora) e de qualidade.

Para as Comunicações, isso é inviável porque afetaria o equilíbrio do mercado. Há dois anos, as empresas só aceitaram entrar no leilão do 4G porque haveria uma segunda etapa com frequências complementares. Frequências são como avenidas por onde as operadoras fazem trafegar seus sinais. Sem as frequências complementares, a conta do 4G não fecha para as empresas. O problema é que, em dois blocos, como cogita Augustin, duas operadoras que participaram do primeiro leilão ficariam fora da segunda etapa. O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) é contrário a esse modelo.

Já não bastasse a qualidade “cubana” do nosso 3G vamos ter um 4G nível Somália. Sair do buraco que nos meteram nos últimos 12 anos não será fácil, imagine se estes 12 anos virarem 16…

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Nokia com Android? Truco!

Desde a primeira vez que ouvi esse boato de que a Nokia iria lançar um aparelho com Android, venho repetindo a mesma coisa: “Duvido”. Não acho impossível, mas duvido.

As explicações para este boato são as mais variadas. “A Nokia está usando o mesmo verde do Android”, “Eles estão usando o X nesta série”, “A informação vem de um blog que não costuma errar”, e por aí vai.

Vou só comentar essas três suposições.

O verde, se não estiver enganado, é o mesmo que a Nokia usa há anos, sei bem que verde é esse por causa da confusão com o NokiaBR. Uma das reclamações deles, na época, era que eu usava o mesmo azul e o mesmo verde que eles usavam.

O X já apareceu em outras séries, vide o X1, X2, X3, X5, X6 e X7. E olha que esses aparelhos nem o mesmo sistema operacional usavam. Os aparelhos listados vão desde S40 a Symbian Belle, passando por alguns S60.

Sobre o blog que não costuma errar, talvez seja a primeira vez que ele erre. Nenhum blog é infalível. 🙂

Posso estar completamente enganado, mas, se a Nokia, que agora é da Microsoft, fizer um celular com Android, talvez a MS não fique muito contente com a coisa.

Se fosse para chutar alguma coisa relacionada com o Android, eu chutaria que este Nokia X é o primeiro aparelho com Windows Phone capaz de rodar aplicativos aplicativos Android. Isso parece que está sendo desenvolvido.

Mas isso tudo não passa de chute meu. Não tenho nenhuma pretensão de acertar e vamos saber segunda-feira, às 4:30 da madrugada aqui no Brasil, o que o Nokia X é na verdade.

Nokia Conversations

Porque a Apple não surgiu no Brasil?

Já escrevemos no passado alguns posts similares como o Manifesto pela Tecnologia, ou quando falamos sobre o precário estado das telecomunicações. Hoje queria mostrar algumas coisas que os brasileiros não podem fazer em termos tecnológicos porque não tem condições práticas de obter insumos.

1) Trabalhar com VLSI. Na prática não existe nenhuma fábrica de chips no Brasil. Tem a CEITEC que fabrica coisas muito rudimentares e tem um site que informa muito pouco.

2) Já que não dá para construir um ASIC no Brasil, que tal usar FPGA? Você consegue FPGA barata clicando aqui. SQN. Não tem FPGA acessível no Brasil. Nos EUA você compra uma DE2-115 da Altera por US$ 299,00 para sua universidade ou escola. Aqui no Brasil você paga módicos R$ 2980,00.

3) Construir uma placa de circuito impresso multicamada. Nos EUA você faz uma placa de 4 camadas em 3 dias com o preço de US$ 100,00 para receber 4 protótipos. Aqui você vai desembolsar uma pequena fortuna além de ter que esperar dias para que algum funcionário responda seu pedido de cotação. Acredite, eu tentei mais de uma.

4) Comprar chips de fabricantes estrangeiros. Com os preços absurdos que temos por aqui os distribuidores tem uma margem que deve ser tão boa que eles não tem a mínima vontade de trabalhar. Eu pedi a um representante da Broadcom informações e cotação de um chip (BCM94704NR) em grande quantidade e já estou fazendo teia de aranha esperando eles responderem.

5) Na importação, agora há um imposto novo que visa proteger o governo contra a sonegação mas que na verdade pune o cara honesto, como costuma acontecer.

6) Como já sabemos há problemas para adquirir celulares, computadores não fabricados aqui e outros insumos.

Caso alguém saiba de alguma solução para os problemas acima ficaria grato em conhecer.

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Microsoft: Habemus CEO

A Microsoft anunciou hoje seu novo CEO: Satya Nadella. Ele irá substituir Steve Balmer a partir de hoje e Bill Gates deixa de ser o presidente do conselho depois de 33 anos. A boa notícia é que Bill Gates deve voltar a participar do dia a dia da Microsoft como líder de novos produtos. Vale lembrar que o novo CEO era o preferido de Bill Gates.

Satya_Nadella

Segue abaixo o e-mail de Satya Nadella

From: Satya Nadella
To: All Employees
Date: Feb. 4, 2014
Subject: RE: Satya Nadella – Microsoft’s New CEO

Today is a very humbling day for me. It reminds me of my very first day at Microsoft, 22 years ago. Like you, I had a choice about where to come to work. I came here because I believed Microsoft was the best company in the world. I saw then how clearly we empower people to do magical things with our creations and ultimately make the world a better place. I knew there was no better company to join if I wanted to make a difference. This is the very same inspiration that continues to drive me today.

It is an incredible honor for me to lead and serve this great company of ours. Steve and Bill have taken it from an idea to one of the greatest and most universally admired companies in the world. I’ve been fortunate to work closely with both Bill and Steve in my different roles at Microsoft, and as I step in as CEO, I’ve asked Bill to devote additional time to the company, focused on technology and products. I’m also looking forward to working with John Thompson as our new Chairman of the Board.

While we have seen great success, we are hungry to do more. Our industry does not respect tradition — it only respects innovation. This is a critical time for the industry and for Microsoft. Make no mistake, we are headed for greater places — as technology evolves and we evolve with and ahead of it. Our job is to ensure that Microsoft thrives in a mobile and cloud-first world.

As we start a new phase of our journey together, I wanted to share some background on myself and what inspires and motivates me.

Who am I?

I am 46. I’ve been married for 22 years and we have 3 kids. And like anyone else, a lot of what I do and how I think has been shaped by my family and my overall life experiences. Many who know me say I am also defined by my curiosity and thirst for learning. I buy more books than I can finish. I sign up for more online courses than I can complete. I fundamentally believe that if you are not learning new things, you stop doing great and useful things. So family, curiosity and hunger for knowledge all define me.

Why am I here?

I am here for the same reason I think most people join Microsoft — to change the world through technology that empowers people to do amazing things. I know it can sound hyperbolic — and yet it’s true. We have done it, we’re doing it today, and we are the team that will do it again.

I believe over the next decade computing will become even more ubiquitous and intelligence will become ambient. The coevolution of software and new hardware form factors will intermediate and digitize — many of the things we do and experience in business, life and our world. This will be made possible by an ever-growing network of connected devices, incredible computing capacity from the cloud, insights from big data, and intelligence from machine learning.

This is a software-powered world.

It will better connect us to our friends and families and help us see, express, and share our world in ways never before possible. It will enable businesses to engage customers in more meaningful ways.

I am here because we have unparalleled capability to make an impact.

Why are we here?

In our early history, our mission was about the PC on every desk and home, a goal we have mostly achieved in the developed world. Today we’re focused on a broader range of devices. While the deal is not yet complete, we will welcome to our family Nokia devices and services and the new mobile capabilities they bring us.

As we look forward, we must zero in on what Microsoft can uniquely contribute to the world. The opportunity ahead will require us to reimagine a lot of what we have done in the past for a mobile and cloud-first world, and do new things.

We are the only ones who can harness the power of software and deliver it through devices and services that truly empower every individual and every organization. We are the only company with history and continued focus in building platforms and ecosystems that create broad opportunity.

Qi Lu captured it well in a recent meeting when he said that Microsoft uniquely empowers people to “do more.” This doesn’t mean that we need to do more things, but that the work we do empowers the world to do more of what they care about — get stuff done, have fun, communicate and accomplish great things. This is the core of who we are, and driving this core value in all that we do — be it the cloud or device experiences — is why we are here.

What do we do next?

To paraphrase a quote from Oscar Wilde — we need to believe in the impossible and remove the improbable.

This starts with clarity of purpose and sense of mission that will lead us to imagine the impossible and deliver it. We need to prioritize innovation that is centered on our core value of empowering users and organizations to “do more.” We have picked a set of high-value activities as part of our One Microsoft strategy. And with every service and device launch going forward we need to bring more innovation to bear around these scenarios.

Next, every one of us needs to do our best work, lead and help drive cultural change. We sometimes underestimate what we each can do to make things happen and overestimate what others need to do to move us forward. We must change this.

Finally, I truly believe that each of us must find meaning in our work. The best work happens when you know that it’s not just work, but something that will improve other people’s lives. This is the opportunity that drives each of us at this company.

Many companies aspire to change the world. But very few have all the elements required: talent, resources, and perseverance. Microsoft has proven that it has all three in abundance. And as the new CEO, I can’t ask for a better foundation.

Let’s build on this foundation together.

Satya

Amazon vendendo produtos perigosos

A Amazon está vendendo produtos extremamente perigosos disfarçados de inocentes ursinhos. Leia o com atenção  o comentário de uma das clientes. Há vários comentários como este. (Antes de começar a ler uma sugestão: vá para um lugar afastado e evite beber algo enquanto lê. Depois não diga que não avisei.)

O produto vai abaixo:

A seguir o melhor review já feito na Amazon.

33,939 of 34,424 people found the following review helpful

By Christine E. Torok on October 3, 2012

Size Name: 4oz Amazon Verified Purchase

Oh man…words cannot express what happened to me after eating these. The Gummi Bear “Cleanse”. If you are someone that can tolerate the sugar substitute, enjoy. If you are like the dozens of people that tried my order, RUN!

First of all, for taste I would rate these a 5. So good. Soft, true-to-taste fruit flavors like the sugar variety…I was a happy camper.

BUT (or should I say BUTT), not long after eating about 20 of these all hell broke loose. I had a gastrointestinal experience like nothing I’ve ever imagined. Cramps, sweating, bloating beyond my worst nightmare. I’ve had food poisoning from some bad shellfish and that was almost like a skip in the park compared to what was going on inside me.

Then came the, uh, flatulence. Heavens to Murgatroyd, the sounds, like trumpets calling the demons back to Hell…the stench, like 1,000 rotten corpses vomited. I couldn’t stand to stay in one room for fear of succumbing to my own odors.

But wait; there’s more. What came out of me felt like someone tried to funnel Niagara Falls through a coffee straw. I swear my sphincters were screaming. It felt like my delicate starfish was a gaping maw projectile vomiting a torrential flood of toxic waste. 100% liquid. Flammable liquid. NAPALM. It was actually a bit humorous (for a nanosecond)as it was just beyond anything I could imagine possible.

AND IT WENT ON FOR HOURS.

I felt violated when it was over, which I think might have been sometime in the early morning of the next day. There was stuff coming out of me that I ate at my wedding in 2005.

I had FIVE POUNDS of these innocent-looking delicious-tasting HELLBEARS so I told a friend about what happened to me, thinking it HAD to be some type of sensitivity I had to the sugar substitute, and in spite of my warnings and graphic descriptions, she decided to take her chances and take them off my hands.

Silly woman. All of the same for her, and a phone call from her while on the toilet (because you kinda end up living in the bathroom for a spell) telling me she really wished she would have listened. I think she was crying.

Her sister was skeptical and suspected that we were exaggerating. She took them to work, since there was still 99% of a 5 pound bag left. She works for a construction company, where there are builders, roofers, house painters, landscapers, etc. Lots of people who generally have limited access to toilets on a given day. I can’t imagine where all of those poor men (and women) pooped that day. I keep envisioning men on roofs, crossing their legs and trying to decide if they can make it down the ladder, or if they should just jump.

If you order these, best of luck to you. And please, don’t post a video review during the aftershocks.

PS: When I ordered these, the warnings and disclaimers and legalese were NOT posted. I’m not a moron. Also, not sure why so many people assume I’m a man. I am a woman. We poop too. Of course, our poop sparkles and smells like a walk in a meadow of wildflowers. Thanks for all the great comments. I’ve been enjoying reading them and so glad that the horror show I experienced from snacking on these has at least made some people smile.

Não sei porque mas isto me lembrou de outro texto da Internet… (Não leia!!)

Google vende Motorola para a Lenovo: e o preju?

O Google resolveu que não vale a pena brincar de fazer celular e decidiu vender a Motorola para os chineses da Lenovo. No comunicado oficial tem toda aquela lenga-lenga de que é uma nova posição estratégica, que a Lenovo consegue fazer a Motorola render mais, blá, blá, blá.

Mas até o mais mané dos investidores sabe que eles compraram a Motorola por USD 12.5 Bi e estão vendendo por USD 2.8 Bi. Por mais que tenham já vendido antes uma parte da Motorola por USD 3 Bi fica um preju que foi para a conta do Abreu.

O que mais me irrita no Google é esta cultura de não sabe para onde vai. Uma hora o Google Buzz vai ser o máximo, o Google Wave vai revolucionar o e-mail, outra hora os dois morrem, o Google Reader morre sem saber a doença e o Orkut sobrevive por aparelhos.

E o que chama mais atenção é olhar o índice P/E (Price-Earnings Ratio) das ações do Google e ver que está valendo 31.80 enquanto da Apple e Microsoft estão na casa dos 12.

Moto rola

Dividir para vender

Todos que trabalhamos ou curtimos tecnologia temos muitos produtos que vão se acumulando em nossas casas sem que haja nenhuma esperança de uso. Não vendemos porque pensamos que valem pouco e não jogamos no lixo porque aqui no Brasil jogar coisa eletrônica no lixo parece um desperdício tolo.

Como diz o poeta americano Tom Zart: “One man’s trash is another man’s treasure” e pode ser uma forma útil de se livrar de coisas que você não usa mais para começar o ano mais leve.

Um MacBook White por exemplo, usado, em uma página de vendas de computadores on-line pode valer uns R$ 1200,00 o que não é de se desprezar, mas se você quiser ganhar muito mais que isto aqui vai uma dica que já utilizei: separe as peças.

Vamos às contas:

  • Top Case: R$ 350,00
  • Placa Lógica: R$ 1100,00
  • Display LCD: R$ 300,00
  • Trackpad: R$ 100,00
  • Bateria: R$ 150,00
  • Placa Magsafe: R$ 100,00
  • Bottom Case: R$ 100,00
  • Placa Wifi: R$ 50,00
  • Webcam: R$ 50,00
  • Memória: R$ 50,00
  • HD SATA: R$ 50,00
  • Carregador Magsafe: R$ 130,00
  • SuperDrive DVD: R$ 150,00

Só aí, sendo conservador, você já consegue mais do dobro do valor inicial do produto.

É claro que dá mais trabalho, mas o retorno em geral é muito melhor, principalmente em produtos em que peças de reposição são valorizadas como é o caso dos produtos da Apple.

Esta dica serve também para quem tem um computador deste tipo com defeito. Meu bom e velho MacBook White A1342 sofreu já várias doenças em sua longa vida, mas ele funciona bem e com alguns transplantes (SSD, 8GB RAM, etc) é bastante rápido. A melhor forma de arrumar ele é comprar um do mesmo modelo que esteja quebrado, trocar as peças que você precisa e vender o resto das peças. Com um pouco de trabalho o conserto sai de graça ou você ainda pode ganhar uma graninha.

O vídeo do Numberphile que me enganou, por pouco tempo

Antes de começar, um aviso. Este post é longo contém bastante matemática. Nada muito complexo, mas uma quantidade grande. Se você é sensível, não continue a ler. 🙂

Muitos devem conhecer o canal do Youtube chamado Numberphile que tem vídeos quase semanais sobre os mais diversos assuntos relacionados à Matemática. Se você ainda não conhece e gosta de matemática, recomendo que dê uma olhada. São vídeos interessantes e muito bem feitos. Aqui no blog já comentamos sobre ele algumas vezes.

Muitas vezes quem apresenta os vídeos é algum professor de matemática, mas muitas vezes também, quem o faz é algum professor de física. Este é o caso do vídeo desta semana. Foi apresentado por dois simpáticos professores do depto. de Física da Universidade de Nottingham, Ed Copeland and Tony Padilla.

O vídeo desta semana, e o vídeo relacionado com as cenas extras, renderam um caso curioso. No primeiro momento, ontem, logo depois de assistir aos dois vídeos, achei o assunto incrível. Até dei “joinha” nos dois vídeos. Mandei uma mensagem para o Pedro Paulo assim: “O segundo vídeo dessa semana do Numberphile está excelente.” e ele respondeu, “vou ver”. Mas não viu.

Fiquei pensando no assunto. Estava com uma pulga atrás da orelha (um monte de pulgas, pelo visto). Hoje insisti com o Pedro Paulo que visse o vídeo para poder discutir o assunto com mais alguém. Até que ele viu hoje. Depois de assistir ao vídeo, ele confirmou o que eu desconfiava. Tem angu nesse caroço (ou seria ao contrário?)…

Continuar lendo O vídeo do Numberphile que me enganou, por pouco tempo

Melhores do Ano 2013

Aqui vai, no que pode ser o último post do ano uma lista de destaques para 2013 em diversas áreas tecnológicas e afins.

  • Video de Matemática do Ano: O último teorema de Fermat

  • Física aplicada: Como furar um coco com bala 7 belo

  • Mythbusters do Ano: A ciência por trás de Breaking Bad

  • Momento mais fotografado do ano com câmera de celular: Eleição do Papa Francisco

  • Filme tecnológico do Ano: Gravity

Não vi, mas foi recomendado amplamente pela comunidade científica 🙂

  • Evento pego na câmera por acaso: Meteoro caiu na Rússia

Feliz 2014, se tiver mais destaques de 2013 mande nos comentários.

Previsões para 2014

Este analista teve um ano nababesco e negligenciou este blog. Após cravar na mosca a venda da Nokia para a Microsoft (vide previsões 2013) encheu as burras de dinheiro e tirou vários meses sabáticos torrando a grana com ovos cozidos no caribe (Aruba, Saint Marteen, Bahamas, etc), obviamente a salmonella contraída com um ovo cozido na ilha presídio dos maníacos Castro fez com que minhas atividades analíticas ficassem prejudicadas em 2013 e agora estou precisando fazer novas previsões porque torrei minha grana toda.

Alguns analistas não usam metodologias científicas e seguem a máxima de Bezerra da Silva para suas previsões, não acontece isto com este analista que percebe pequenas flutuações em sofisticados modelos matemáticos e depois olha para a cor da unha do dedão, esquece os cálculos e faz previsões certeiras. Assim sendo se você quiser ficar rico em 2014 fique atento às minhas previsões e evite comer ovo cozido na ilha prisão dos Castro.

  • O Google vai matar meia dúzia dos seus produtos. Esta eu acerto com certeza. Quais produtos vão morrer? Eu chutaria o natimorto Google+, Google News e Picasa.
  • A Microsoft irá comprar de vez a empresa Xamarin.
  • A Microsoft irá comprar o Paypal ou a Netflix mas não os dois.
  • A Apple lançará um iPhone de 4,6 polegadas.
  • O Yahoo! irá comprar a Aol
  • O Twitter comprará 12 empresas em 2014.
  • Você ficará com o traseiro sentado na cadeira durante as eleições de 2014 e depois vai reclamar que a Dilma foi reeleita e o iPhone 6 custa R$ 3780,00, o serviço 3G piorou e o 4G do Brasil é inferior ao EDGE de Botswana.

previsoes 2014

Mail x Sparrow x AirMail

MailVsSparrowVsAirMail

Em busca de um cliente de e-mail que pudesse substituir o Mail do Mac, testei os dois que se diziam melhores que ele, o Sparrow e o AirMail.

Basicamente eu precisava de um programa que anexasse os arquivos de forma decente e que aceitasse alias com assinaturas diferentes, coisas que, por mais absurdo que pareça, o Mail não faz. Não me venham dizer que o Mail envia anexos de forma decente por que não é verdade. Não importa o que eu faça, quase sempre recebo reclamações de pessoas dizendo que não conseguiram abrir o anexo do meu e-mail, principalmente quando é imagem ou PDF.

Sparrow

Comecei pelo Sparrow, que é um programa excelente, mas que foi comprado pelo Google justamente para que o projeto fosse abandonado e os desenvolvedores pudessem passar para o time do GMail. Só descobri isso depois que eu comprei o aviãozinho.

Mordido por ter gasto 10 obamas (uma fortuna!) num app que já havia morrido, resolvi testá-lo até o extremo e, confesso que acabei gostando do programa. O problema é que ele tem muitos bugs, alguns muito chatos, que só vão ser corrigidos quando o Fluminense pagar a série B que está devendo.

Para começar, o Sparrow resolve a ordem que os nomes vão aparecer nos e-mails das pessoas. Às vezes vem “sobrenome nome” às vezes “nome sobrenome”, às vezes só o email e não encontrei maneira de fazê-lo corrigir isso. Outro problema é que ele tenta advinhar o e-mail a partir da primeira letra que você digita. Isso faz a digitação de qualquer destinatário um suplício, por que não sei onde ele vai buscar esta informação, mas demora uma eternidade. Ainda mais se o email começar com “a”.

Em outro ponto o Sparrow perde do Mail. Agilidade. O programa é muito lento. Quando estava usando só uma caixa de e-mail, ele funcionava que era uma maravilha. Quando incluí as outras 5 caixas e o alias, o programa virou uma carroça.

Outra coisa que me disseram que ele não faz direito é guardar anexos de uma mensagem em rascunho quando se fecha o app e abre novamente. Neste caso ele não guarda os anexos ou, pelo menos não os envia. Isso não me aconteceu, mas outras pessoas confirmaram o problema.

Fora esses problemas, ele faz várias coisas que o Mail não faz. Uma delas é permitir o uso de alias no remetente, com assinaturas diferentes da padrão e é totalmente integrado com os labels do GMail.

Usei o Sparrow como único cliente de e-mail por um pouco mais de um mês. O que mais me irritou neste programa foi o problema com os nomes das pessoas. Aparecer “Soares da Silva Epaminondas” no nome das pessoas é muito chato.

AirMail

Para ver se conseguia um programa parecido com o Sparrow, mas sem os bugs incorrigíveis dele, lá fui eu instalar o AirMail, que, apesar de ser mais barato que o Sparrow, não oferece uma versão gratuita para testar.

O AirMail parece ser uma cópia melhorada do Sparrow e custa só 2 obamas. Testei o programa alguns dias, mas já vi que ele tem que comer muito arroz com feijão antes de tentar ser melhor que o Mail.

Em comparação com o Sparrow, o AirMail é melhor em quase todos os quesitos, mas (sempre tem uma conjunção adversativa), parece ainda estar bem cru por causa de alguns bugs.

A busca de nomes sempre vem correta, isto é, nome sobrenome; e é muito mais rápida que a do Sparrow. A classificação de mensagens não lidas é excelente e usa o filtro do GMail para isso. Ele também permite alias com assinaturas próprias e todo o resto que o Sparrow permite.

Outras coisas interessantes do AirMail são o histórico de operações, com possibilidade de revertê-las, acesso ao log do programa, para tentar resolver bugs.

O que irrita no AirMail é que às vezes ele cisma com uma mensagem e não carrega o corpo do email nem com vela de sete dias acesa com charuto. E se você vai no GMail, o email está lá bonitinho e até marcado como lido.

Outra coisa que não gostei no AirMail é que ele consome muitos recursos do Mac, mesmo usando a aceleração da GPU (Não me pergunte como, mas há uma opção “GPU Acceleration). O indicador de HD que eu uso vive no vermelho enquanto o app está rodando.

O Mail é pesado, mas ainda assim ele é bem mais leve que o Sparrow e o AirMail.

De volta ao Mail?

Depois de baixar 3 cópias de todos os meus e-mails (são seis caixas de e-mail), ainda não consegui decidir qual dos 3 clientes de e-mail vou passar a usar e liberar parte dos quase 40GB de emails que esses 3 apps estão ocupando. O fato é que não posso ficar com os 3 instalados ao mesmo tempo ou vou ficar sem espaço em disco rapidamente. Curiosamente, tanto o Sparrow quanto o AirMail, estão ocupando bem menos espaço do que o Mail. Vejam abaixo.

mail
23GB ocupados pelo Mail
sparrow-airmail
15GB ocupados pelo Sparrow+AirMail juntos

 

Enquanto o Sparrow + AirMail ocupam 15GB, o Mail ocupa 23GB sozinho. Não sei se os outros dois baixam todas as mensagens ou todos os anexos. Só fazendo uns testes offline para descobrir isso.

Acho que vou dar uma chance maior para o AirMail, que parece ter um suporte razoável. Enviei uma pergunta sobre esse bug de não baixar o corpo da mensagem e estou aguardando a resposta do suporte deles. Vamos ver se respondem.

E você? O que acha desses apps? Tem algum outro para sugerir para teste?