Aqui termina o Zeletron. Obrigado pelos peixes!

Há 10 anos, durante o tédio do carnaval (pois é, não curto carnaval) de 2007, resolvi criar um blog para compartilhar minhas experiências com celulares da Nokia. Assim nascia o NokiaBR, um blog para os fãs de carteirinha da Nokia.

Tudo ia bem. Os leitores iam aparecendo, comentando, compartilhando posts e uma comunidade foi se formando paulatinamente. A própria Nokia do Brasil apoiava o blog com campanhas, eventos e até me levou para os EUA para assistir ao lançamento de um satélite que iria fornecer dados para o Nokia Maps. Foi uma época sensacional esta.

Alguns anos depois, houve um dia no qual algum finlandês provavelmente tomou vodka demais, acordou de mau humor e pediu para um escritório de advocacia fechar o NokiaBR por motivos que não vêm ao caso agora e o que ele pediu foi feito. O domínio foi entregue à Nokia e o NokiaBR foi transformado no Zeletron com todo o conteúdo anterior, mas com outra cara e outro nome para não causar mais problemas.

Depois do início do Zeletron, continuei escrevendo, com a ajuda do Marcelo Barros, Pedro Paulo, João Bernardo e dos misteriosos editores sob os pseudônimos de Mobile Analyst e General George Patton que contribuíram para não deixar a peteca cair, mas, como era de se esperar, o conteúdo foi ficando mais esparso e há quase um ano não publicamos um texto novo aqui no Blog.

O fato de ter me mudado para a Alemanha também contribuiu para a escassez de posts. Recomeçar a vida aos 40 num país diferente com uma língua desconhecida e complicada, não deixa muito tempo para escrever aqui. Venho lutando para aprender o alemão, mas dizem que a vida é muito curta para isso. Vamos ver se antes de bater as botas eu consigo falar esse idioma. 🙂

Portanto, ao completar, agora em Fevereiro, 10 anos de blog, resolvi fechar os comentários de todos os posts (exceto deste post por 15 dias) e colocar um ponto final no Zeletron.

Antes de colocar este ponto final, gostaria de agradecer imensamente aos colaboradores deste blog, repito, Marcelo Barros, Pedro Paulo, João Bernardo, “Mobile Analyst” e “General George Patton” que gastaram seus preciosos tempos livres para escrever novos posts de forma totalmente gratuita.

Preciso também agradecer aos blogueiros companheiros que viraram amigos para toda a vida e que nunca me encararam como um concorrente, mas como colaborador e amigo, particularmente o Richard Max, o Rodrigo Toledo, a Bia Kunze e o Alessandro. Além deles, também sou muito grato a uma pessoa me ajudou muito na época do blog NokiaBR, o Edmar Bulla. Muito obrigado por todos os encontros e eventos que estivemos juntos e por todo o apoio que tive de vocês.

Finalmente gostaria de agradecer também aos leitores (os fiéis e os que caíam de paraquedas) que, a cada post, novo comentavam, compartilhavam e mantinham a comunidade aquecida, mesmo depois do fim do NokiaBR.

Foram 10 anos muito bons, apesar dos pesares, nos quais aprendi bastante coisa, compartilhamos muitas informações, conheci muita gente legal e pude fazer vários amigos. Não tenho do que me queixar.

E antes que eu escreva mais algum chavão ou derrame alguma lágrima, coloco nesta linha o ponto final no Zeletron.

Até mais e obrigado pelos peixes.

Trabalhar em outro país

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Como vocês podem ver, esse blog anda mais parado que saci de patinete.

Em primeiro lugar, por um excesso de trabalho nos últimos, talvez, 18 ou 20 meses e ultimamente por causa de uma mudança radical na minha vida, quando resolvi procurar um trabalho fora do Brasil, consegui um e vim morar na Alemanha.

Andam me pedindo esse post há alguns meses, mas só agora tive um tempo para sentar e colocar as ideias no papel WordPress para que essa experiência possa ser útil para outras pessoas.

Mas vamos logo ao frango (no meu caso salsicha).

Querer!

O primeiro passo para mudar de país é realmente querer. E querer neste caso é querer mesmo! Não é aquela vontade que dá quando você viaja para um lugar legal e diz: “Pô, moraria fácil aqui”. Querer significa colocar os meios necessários para conseguir o que se quer e isto significa planejar, nem que seja um pouco, a ideia de morar em outro país e correr atrás dos itens planejados. Dá bastante trabalho, mas se você não quer ter esse trabalho, você não quer morar em outro lugar.

Esse primeiro passo é realmente difícil. É muito fácil nos acostumarmos com a nossa vida no lugar onde já estamos estabelecidos há muitos anos, muitas vezes durante a vida toda. Mesmo que você não esteja muito satisfeito com seu trabalho ou o lugar onde mora, mudar, às vezes, dá tanto trabalho que é mais fácil, ou mais cômodo, continuar do jeito que está. É preciso conseguir um novo emprego, conseguir visto de residência, aprender ou reforçar uma nova língua (ou mais de uma), fazer a mudança da família, resolver um monte de coisas burocráticas, etc.

Planejamento

Mas digamos que você realmente quer mudar de país. Pois bem, dado o primeiro passo, começa a fase de planejamento e, em geral, essa fase começa com a seguinte pergunta: “Do que vou viver no outro país?”. Sim, é preciso se sustentar, assim como você já o faz (ou deveria fazer) no lugar onde vive.

Para os que, assim como eu, trabalham com desenvolvimento de software, há uma certa demanda alta por profissionais de informática em diversos países, tais como EUA, Canadá, Alemanha, Inglaterra, Austrália, etc.

Procurar emprego de desenvolvedor de software ficou mais fácil com a ferramenta do Stackoverflow chamada Careers (careers.stackoverflow.com). Foi com essa ferramenta que consegui o trabalho que tenho hoje na Alemanha. Há também a opção do Indeed (www.indeed.com), mas não cheguei a usá-la. Ainda existem outras ferramentas de busca de emprego fora essas duas citadas acima. Se você tem alguma experiência com outra, por favor, conte como foi nos comentários.

Com essas ferramentas, você pode procurar vagas no mundo todo e filtrar aquelas que oferecem “Relocation”.

No caso do Careers, você tem que criar o seu perfil com um currículo o mais completo possível e aplicar para as vagas oferecidas nos mais diversos países.

Criar uma conta no site dependia, há um tempo atrás, de um convite. Hoje verifiquei que além dos convites é possível criar uma conta através do link https://careers.stackoverflow.com/users/register

Conseguindo uma entrevista

Seguem minhas dicas para conseguir uma entrevista através do Careers:

  1. Tenha um bom perfil no Careers preenchendo o máximo de campos que eles deixam à disposição.
    • Escolha suas melhores respostas e perguntas no Stackoverflow e faça um link para elas.
    • Não se esqueça dos seus projetos de código aberto (Github, Sourceforge, etc.).
    • Escreva tudo em inglês e, se possível, peça para alguém revisar.
    • Tente acertar a mão na quantidade de informação, para não ficar com mais de 3 páginas na versão em PDF. Um currículo longo desanima quem está do outro lado lendo centenas deles.
  2. Escolha um país, e depois as cidades, que você realmente gostaria viver. Se você não gostaria de morar em Amsterdã, por exemplo, nem veja as vagas de lá.
    • Abra o Google Maps e veja naquele país todas as cidades que você imagina que gostaria de morar.
    • Busque vagas que ofereçam “Relocation”.
    • Busque por cidade e mande currículo para todas que encontrar com o seu perfil.
  3. Crie uma conta no Skype. Você vai precisar para as entrevistas.
  4. Fique atento às diferenças de horários nas entrevistas.

Preparando a entrevista

Antes de uma entrevista, em geral as empresas aplicam testes para filtrar os candidatos que realmente têm condição de ocupar a vaga oferecida. O que aplicaram em mim foi o teste do Codility (https://codility.com/programmers/). É possível treinar com o Codility antes de fazer um teste de verdade. Veja no link acima como treinar e gaste um tempo com isso. Mesmo que você não passe em nenhuma entrevista, pelo menos seu código ficará melhor. 😀

Esteja pronto para receber um e-mail te convidando para uma entrevista via Skype. Em alguns casos o entrevistador pede para você compartilhar a tela do seu computador para ver se você é realmente capaz de executar uma tarefa. Em outros casos a entrevista é com vídeo e você tem que responder a perguntas ao vivo, como uma entrevista normal de trabalho.

Nos dois casos é bom se preparar antes. Se for uma entrevista com teste ao vivo, é bom saber que ferramentas serão necessárias e instalar tudo no seu computador e testar para ver se tudo está funcionando. Se for uma entrevista com vídeo, capriche no visual como se fosse uma entrevista ao vivo. Você pode até estar de bermuda e sem desodorante, mas uma camisa social e uma gravata vão bem (no caso dos homens, é claro).

Em todos os casos, prepare-se para responder muitas perguntas. Faça as perguntas no papel e anote as respostas. Leia várias vezes antes da entrevista e responda com convicção. Treine responder perguntas como: “Por que você quer sair do (Brasil / seu emprego atual)?”, “Por que você escolheu trabalhar com a gente?”, “Como/Onde você quer estar daqui a (1, 5, 10) ano(s)?”, “Qual é o seu maior defeito? E a maior qualidade?”, “O que você sabe a respeito da empresa?”, “Quanto você quer ganhar?” e outras tantas que toda entrevista de emprego tem. Reforço a dica: ESCREVA AS RESPOSTAS E LEIA VÁRIAS VEZES ANTES.

Salários

Pesquise os salários médios nas cidades que você está enviando currículos. Existem diversos sites para isso. No caso dos EUA, o Indeed oferece uma boa ferramenta de busca de salários (http://www.indeed.com/salary). O PayScale também tem informações, inclusive de outros países além dos EUA.(http://www.payscale.com).

Outra dica para procurar salários é buscar no Google “salary survey <país desejado>”. Você vai encontrar sites como o Salary Explorer e outros muitos com a informação que você precisa.

Alguns países têm mais restrições a estrangeiros, como é o caso da Inglaterra, mas países com os EUA, Alemanha, Canadá, Austrália e outros, estão bem abertos à contratação de estrangeiros. Isso não quer dizer que você não vai conseguir um emprego em Londres, mas saiba que vai ser mais difícil.

Deu tudo certo e agora?

Vencida a etapa de entrevistas você vai precisar começar a etapa burocrática. É preciso ter um contrato muito bem definido, em papel, assinado pelas partes, para poder ir ao consulado do país que você pretende se mudar e começar o processo de pedido de visto. Provavelmente você vai precisar traduzir histórico escolar, diploma, certidão de casamento, currículo e outras coisas. Prepare o bolso para traduções juramentadas, legalizações e próprio visto, que não costuma ser barato em nenhum país. A mudança em si é outra coisa que exige uma quantidade razoável de dinheiro. Veja com a empresa que está te contratando se eles têm algum incentivo para a mudança, como pagamento de passagens, hospedagem nas primeiras semanas, etc.

Quando conseguir o visto, prepare a parte brasileira da mudança. Se você paga aluguel no Brasil, veja com o dono do apartamento se é possível terminar o contrato ou consiga um outro inquilino para te substituir. Venda carro e tudo que não puder levar com você. Faça um bazar de garagem, mesmo que você não tenha garagem. Cancele tudo que puder ainda no Brasil, inclusive telefone celular. Tudo vai ser mais difícil de cancelar no exterior. Faça uma procuração de plenos poderes e deixe com seus pais ou pessoas de toda confiança, lembre-se são plenos poderes. 🙂

E depois?

Bom, ainda não sei o depois. Estou completando o terceiro mês longe da minha cidade natal, Rio de Janeiro, e até agora a experiência tem sido excelente para mim. Várias coisas diferentes, alguns desafios próprios de mudar para outro país, mas no geral está tudo bem.

Cada país tem sua peculiaridade em termos de burocracias e hábitos locais. Não é o caso deste post entrar no detalhe da mudança em si, até porque quero que ele seja genérico e sirva para mudanças para outros países. Talvez até faça uma continuação do assunto depois, entrando no detalhe da Alemanha, mas não agora.

E você? Está pensando em mudar de país? Já mudou? Deixe suas experiências e dúvidas nos comentários!

Agora bateu o record

Que o jornalismo online e offline anda um lixo no Brasil todos sabemos. Agora não ter a mínima noção de valor das coisas é a cereja do bolo.

Veja abaixo a notícia, comento depois.

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Pronto, acabaram os problemas da Ucrânia. Dois milhões de Euros investidos no Exército vai fazer dela uma super potência que assombrará a Rússia por muitos e muitos anos.

Não que dois milhões de euros seja pouca coisa em si, para mim é uma fortuna, agora para um exército é troco de pinga.

Se o jornalista se desse ao trabalho de fazer uma pequena busca na Internet veria que o exército da Ucrânia tem quase 130 mil pessoas e um orçamento anual de 20 Bilhões de Grívnias que dá US$ 1.5 Bi. Se você investe 2 milhões de Euros você pode gastar 15 euros com cada soldado e isso dá para comprar um estilingue para cada um.

Tremei Rússia.

G1 segue na sua saga de burrice

Não saber traduzir a notícia vá lá. Não ter nenhuma noção de geografia e não se dar o trabalho de consultar mapa aí é complicado.

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Proibir vôos e diferente de fechar fronteira, neste é caso bastante difícil fechar a fronteira que não há.

Jornalismo digital (e não digital também) segue cavando no fundo do poço.

Há setenta anos o Dia D. A homenagem que o Google não fez

Todos vemos que o Google faz homenagens para todos os tipos de datas, das mais estapafúrdias até algumas realmente importantes. No entanto hoje, 06 de Junho de 2014, 70 anos depois da maior operação da história da humanidade, que garantiu a liberdade ao mundo e pavimentou o caminho do fim da segunda guerra mundial, não houve homenagem, resolveram homenagear o criador do jogo Go.

O Google é uma das empresas mais “politicamente corretas” que existe e faz Doodle para parada gay, para dia do Gnomo, para aniversário do Lord Byron, mas tem ignorado Páscoa, e outras coisas mais importantes.

Fica aqui a nossa homenagem aos homens e mulheres que fizeram a história:




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Você quer um 4G com qualidade? O Governo do PT não quer.

Trecho de um artigo da Folha de São Paulo de ontem, comento abaixo. Os grifos são meus.

As teles devem ajudar a salvar as contas do governo, que decidiu mudar as regras da fase dois do leilão do 4G para reforçar o caixa e, assim, cumprir as metas de superavit fiscal sem apelar para manobras contábeis. O leilão está previsto para agosto, e o governo, que antes pensava em cobrar R$ 6 bilhões pelas licenças e impor metas de cobertura aos vencedores, agora quer um valor maior, retirando parte das obrigações das empresas. A Folha apurou que, com as novas regras em estudo, a União poderá levantar até R$ 15 bilhões.

O governo prevê uma meta de superavit neste ano de 1,9% do PIB e já sinalizou que pretende cumprir o objetivo sem as manobras de anos anteriores, que criaram dúvidas sobre a credibilidade da política fiscal do país. No debate do 4G, Tesouro e Ministério das Comunicações estão em lados opostos. Para cobrar o máximo possível, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, defende o mínimo de metas aos vencedores. Uma das ideias é vender as licenças, sem obrigações de cobertura, em dois blocos, e não em quatro, como previsto inicialmente. Isso já elevaria o preço das licenças para R$ 12 bilhões. Não está claro como seria esse modelo, mas pode afetar a exigência de cobertura (deixando cidades menores de fora) e de qualidade.

Para as Comunicações, isso é inviável porque afetaria o equilíbrio do mercado. Há dois anos, as empresas só aceitaram entrar no leilão do 4G porque haveria uma segunda etapa com frequências complementares. Frequências são como avenidas por onde as operadoras fazem trafegar seus sinais. Sem as frequências complementares, a conta do 4G não fecha para as empresas. O problema é que, em dois blocos, como cogita Augustin, duas operadoras que participaram do primeiro leilão ficariam fora da segunda etapa. O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) é contrário a esse modelo.

Já não bastasse a qualidade “cubana” do nosso 3G vamos ter um 4G nível Somália. Sair do buraco que nos meteram nos últimos 12 anos não será fácil, imagine se estes 12 anos virarem 16…

dilma-rousseff-te-pegou-crau

Google vende Motorola para a Lenovo: e o preju?

O Google resolveu que não vale a pena brincar de fazer celular e decidiu vender a Motorola para os chineses da Lenovo. No comunicado oficial tem toda aquela lenga-lenga de que é uma nova posição estratégica, que a Lenovo consegue fazer a Motorola render mais, blá, blá, blá.

Mas até o mais mané dos investidores sabe que eles compraram a Motorola por USD 12.5 Bi e estão vendendo por USD 2.8 Bi. Por mais que tenham já vendido antes uma parte da Motorola por USD 3 Bi fica um preju que foi para a conta do Abreu.

O que mais me irrita no Google é esta cultura de não sabe para onde vai. Uma hora o Google Buzz vai ser o máximo, o Google Wave vai revolucionar o e-mail, outra hora os dois morrem, o Google Reader morre sem saber a doença e o Orkut sobrevive por aparelhos.

E o que chama mais atenção é olhar o índice P/E (Price-Earnings Ratio) das ações do Google e ver que está valendo 31.80 enquanto da Apple e Microsoft estão na casa dos 12.

Moto rola

Ideia genial: licença ABRMS

A ideia é muito boa e sou grato a meu amigo Diego por tê-la compartilhado no Facebook.

Um cara lançou um assembler para o 6502 no github, até aí nada demais, e colocou uma licença diferente que ele denominou com o acrônimo ABRMS: Anyone but Richard M. Stallman (já falamos dele aqui).

A licença pode ser vista aqui: https://github.com/landondyer/kasm/blob/master/LICENSE

EXCEPTIONS
———-

Richard M Stallman (the guy behind GNU, etc.) may not make use of or
redistribute this program or any of its derivatives.

Obviamente os Minions Stallmicos começaram a patrulhar a rede criticando o criador desta licença. O autor coloca em seu blog a razão deste criativo modelo de licenciamento.

It’s not about hating free software. I’m a believer in that; I released my first game for free in 1982. Note that the github thing I put up is essentially totally free (something I would have been restricted from doing, by my employer, up to a year ago).

I have a personal dislike for RMS and I think that his philosophy of economy is at best naïve and dangerously unworkable. 25 years ago he was exhorting me to quit my job in protest to support some of his politics and he wasn’t pleasant about it. Thus, ABRMS.

If RMS really wants a miserable little 6502 assembler I can always amend the license. I’m not unreasonable. But he has to ask.

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P.S.: Se alguém pode rivalizar com o Stallman, em termos de mala, é o rapaz acima.

Disponibilizado o código fonte do Apple II

O Apple II foi o primeiro computador que a Apple distribuiu já montado e com caixa. Com um acabamento que Walter Isaacson descreve com detalhes em sua biografia sobre Steve Jobs, o Apple II foi um sucesso de vendas e o que fez a Apple decolar.

Na época custava, com 4K de RAM, US$ 1298,00. É os produtos da Apple sempre foram caros…

Hoje você compra no ebay por US$ 1000,00 um modelo funcionando do Apple II.

A Apple liberou, para o museu de história da computação o código fonte que você pode conferir na página web deles.

Se você estiver na região do vale do silício algum dia, vale a pena gastar uns 20 obamas numa visita: 1401 N Shoreline Blvd.
Mountain View, CA 94043

Apple II Computer Museum

Pane no Google detona o tráfego de sites

Um site que criamos tem tido uma monitoração frequente porque está em uma fase de expansão e ontem percebemos uma queda gigante no tráfego. Procurando a causa no Google encontrei o dado que todos os serviços do Google teriam saído do ar durante um intervalo de de cerca de cinco minutos.

Alguns sites de notícias afirmam que foi o pior blackout da história do Google por ter sido completo. E para botar mais lenha na fogueira o Google se recusa a dar mais detalhes sobre a falha, levantando suspeitas de algum ataque sofisticado e desconhecido.

Mais uma vez fica o alerta para o risco de depender demais do Google, ele é atualmente, em muitas coisas, o ponto de falha da internet mundial sem redundância adequada.

Google mega fail

Google bloqueia o App do YouTube do Windows Phone

Imaginem se a Microsoft impedisse que os computadores com Windows rodassem Chrome, ou impedisse que se entrasse na página do Google. O Google ia fazer um escarcéu, chorar nos tribunais americanos como eles fizeram recentemente quando foram trollados pela Oracle.

Bem, o Google mostrou ontem que não é o herói da história e usando do seu poder, e temos dado poder demais ao Google, arrancou a permissão do aplicativo YouTube do Windows Phone. Aplicativo este que havia sido negociado entre as partes (Microsoft e Google).

A Microsoft reagiu vigorosamente através de um post do chefe do departamento jurídico e se pintou para a guerra.

Por estas e outras eu tenho usado o Bing ultimamente.

The limits of Google openness.

Posted by David Howard
Corporate Vice President & Deputy General Counsel, Litigation & Antitrust, Microsoft

You may be wondering what happened to the YouTube app for Windows Phone. Last May, after we launched a much improved app on our platform, Google objected on a number of grounds. We took our app down and agreed to work with Google to solve their issues. This week, after we addressed each of Google’s points, we re-launched the app, only to have Google technically block it.

We know that this has been frustrating, to say the least, for our customers. We have always had one goal: to provide our users a YouTube experience on Windows Phone that’s on par with the YouTube experience available to Android and iPhone users. Google’s objections to our app are not only inconsistent with Google’s own commitment of openness, but also involve requirements for a Windows Phone app that it doesn’t impose on its own platform or Apple’s (both of which use Google as the default search engine, of course).

When we first built a YouTube app for Windows Phone, we did so with the understanding that Google claimed to  grow its business based on open access to its platforms and content, a point it  reiteratedlast year. As antitrust enforcers have launched investigations against Google – some of which are still ongoing – the company has reiterated its commitment to openness and its ability to stick to its openness commitments voluntarily.

With this backdrop, we temporarily took down our full-featured app when Google objected to it last May, and have worked hard to accommodate Google’s requests. We enabled Google’s advertisements, disabled video downloads and eliminated the ability for users to view reserved videos. We did this all at no cost to Google, which one would think would want a YouTube app on Windows Phone that would only serve to bring Google new users and additional revenue.

There was one sticking point in the collaboration. Google asked us to transition our app to a new coding language – HTML5. This was an odd request since neither YouTube’s iPhone app nor its Android app are built on HTML5. Nevertheless, we dedicated significant engineering resources to examine the possibility. At the end of the day, experts from both companies recognized that building a YouTube app based on HTML5 would be technically difficult and time consuming, which is why we assume YouTube has not yet made the conversion for its iPhone and Android apps.

For this reason, we made a decision this week to publish our non-HTML5 app while committing to work with Google long-term on an app based on HTML5. We believe this approach delivers our customers a short term experience on par with the other platforms while putting us in the same position as Android and iOS in enabling an eventual transition to new technology. Google, however, has decided to block our mutual customers from accessing our new app.

It seems to us that Google’s reasons for blocking our app are manufactured so that we can’t give our users the same experience Android and iPhone users are getting. The roadblocks Google has set up are impossible to overcome, and they know it.

Google claims that one problem with our new app is that it doesn’t always serve ads based on conditions imposed by content creators. Our app serves Google’s advertisements using all the metadata available to us. We’ve asked Google to provide whatever information iPhone and Android get so that we can mirror the way ads are served on these platforms more precisely. So far at least, Google has refused to give this information to us. We are quite confident that we can solve this issue if Google cooperates, but fixing Google’s concern here is entirely within Google’s control. If Google stops blocking our app, we are happy to work with them on this, entirely at Microsoft’s expense.

Google also says that we are not complying with its “terms and conditions.” What Google really means is that our app is not based on HTML5. The problem with this argument, of course, is that Google is not complying with this condition for Android and iPhone. Again, we’re happy to collaborate with Google on an HTML5 app, but we shouldn’t be required to do something that apparently neither iPhone nor Android has successfully figured out how to do.

Google raises concerns about our branding too. The funny thing about this point is that we’ve been using the same branding continuously since 2010 for an inferior YouTube app. Now that we have an app that gives users a fuller YouTube experience, Google objects to the branding (even though we’ve taken additional steps to clarify that we are the author of the app). Go figure.

Finally, Google cites a degraded experience. Since 2010, Google permitted a Windows Phone app that was far below the iPhone and Android app experiences. Reviews of our new app are unanimous that the experience is much improved, and we’re committed to making adjustments to improve it further. If Google were truly concerned about a degraded experience, it would allow our users access to the new YouTube app they love.

We think it’s clear that Google just doesn’t want Windows Phone users to have the same experience as Android and Apple users, and that their objections are nothing other than excuses. Nonetheless, we are committed to giving our users the experience they deserve, and are happy to work with Google to solve any legitimate concerns they may have. In the meantime, we once again request that Google stop blocking our YouTube app.

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Jornalismo brasileiro mostra todo o esplendor de sua ignorância

Célula de urina? Sério? O animal nem consegue traduzir direito um press release que já vem mastigadinho para ele.

O título original do artigo, que a bem da verdade é bem mais complexo que parece, é: “Generation of integration-free neural progenitor cells from cells in human urine”.

Uma coisa é célula na urina outra coisa é “célula de urina”.

Não confunda a obra prima do mestre Picasso catraca de canhão …