Há setenta anos o Dia D. A homenagem que o Google não fez

Todos vemos que o Google faz homenagens para todos os tipos de datas, das mais estapafúrdias até algumas realmente importantes. No entanto hoje, 06 de Junho de 2014, 70 anos depois da maior operação da história da humanidade, que garantiu a liberdade ao mundo e pavimentou o caminho do fim da segunda guerra mundial, não houve homenagem, resolveram homenagear o criador do jogo Go.

O Google é uma das empresas mais “politicamente corretas” que existe e faz Doodle para parada gay, para dia do Gnomo, para aniversário do Lord Byron, mas tem ignorado Páscoa, e outras coisas mais importantes.

Fica aqui a nossa homenagem aos homens e mulheres que fizeram a história:




D-Day_Statement_to_Soldiers,_Sailors,_and_Airmen_of_the_Allied_Expeditionary_Force_-_NARA_-_186473

Rastreando o seu navio

Este mês importamos o primeiro lote de um produto que será lançado em breve. Como “pai” de primeira viagem estou acompanhando nosso navio passo a passo. Não queremos que caia em mãos de piratas somalis e como você pode imaginar há um site para isto, na verdade mais de um.

MarineTraffic – http://www.marinetraffic.com/pt/ais/details/ships/477346500/vessel:MOL_GLIDE

MOL_GLIDE tracking vessel

 

Se você tem interesse pela marinha mercante ou pela situação de pirataria no chifre da África eu recomendo que veja o filme Captain Phillips, é excelente.

 



A morte de Luciano do Valle

Não tem a ver com tecnologia mas acho que não poderia deixar de fazer a homenagem.

Sábado, de forma inesperada, morreu o narrador Luciano do Valle. Luciano foi um dos caras que mais fez pelo esporte brasileiro, divulgou modalidades desconhecidas, promoveu atletas, resgatou outros, criou um canal aberto de esportes na época que não tínhamos TV a Cabo.

Quem nunca passou um domingo vendo o Show do Esporte? Do campeonato Italiano de manhã, narrado por Sílvio Luiz e Sílvio Lancelloti, até o campeonato de Masters ou as lutas do Maguila  a noite. Tudo isto passando por Fórmula Indy (lembra do Al Unser Jr?), Sinuca (Ruy Chapéu, Goiabada), Basquete, Hoquei sob Patins, e por aí vai.

Luciano exagerava, mas talvez por isso gostávamos dele. Lembro a luta do Maguila com o Hollyfield. No primeiro assalto até que Maguila foi bem, Luciano gritava a plenos pulmões: “E que venha o Tyson, E que venha o Tyson”. No segundo assalto, um cruzado de direita do grande Evander Hollyfield jogou Maguila na lona para não mais levantar. Luciano não perdeu a linha: “Caiu como um gigante Maguila”

Com seu Esporte Total, Luciano do Vale fez mais pelo esporte olímpico que o COB com milhões de reais. O esporte brasileiro fica mais pobre agora.





Luciano do Valle RIP

Como consertar o Wifi do seu iPhone 4S

Sintoma:

Antena fica com o ícone cinza e não funciona o WiFi.

Problem WiFi iPhone 4S fix

Conserto:

  • Passo 1: Aquecer com secador a parte superior do iPhone com a tela virada para cima.
  • Passo 2: Manter o aquecimento até acender a mensagem na tela de super aquecimento.
  • Passo 3: Desligar pelo método normal.
  • Passo 4: Colocar num saco vedado e colocar no congelador.
  • Passo 5: Esperar de 10 a 15 minutos

Pronto, agora é só ligar e está funcionando. Veja o vídeo que fiz.


Não me responsabilizo se não funcionar ou se der outra zica, se você queimar sua mão, se der defeito na geladeira, se cair seu cabelo, etc…

Explicando para leigos o problema com OpenSSL Heartbeat – CVE-2014-0160

Este vídeo abaixo explica em linhas gerais o problema com o OpenSSL que talvez tenha sido o pior bug de segurança da história da Internet.

Se quiser se aprofundar no assunto olhe o site oficial do bug.

Além disso como sempre, quando o assunto é segurança, eu recomendo a leitura do blog do Bruce Schneier. Você pode testar se um site foi afetado aqui: http://filippo.io/Heartbleed/

Malaysia Airlines enquanto dura o mistério

Inúmeras pessoas tem me perguntado sobre o “acidente/incidente/sequestro/sumiço/abdução” do vôo MH 370. Muita especulação tem ocorrido e nada de muito concreto está disponível, portanto prefiro não especular, mas já que você veio aqui neste blog eu indico alguns recursos para quem quiser aprender mais sobre o fascinante mundo da aviação.

Forum Contato Radar, maior fórum de aviação do país, vários pilotos e profissionais discutem temas relacionados a aviação ali, recomendo acompanhar.

AVHerald: Todos os eventos relevantes em termos de aviação do dia.

Questões, tem um StackExchange para aviação.

Fotos de aviões? Airliners.net.

Está esperando no aeroporto e quer saber quantos anos tem a jabiraca em que vai voar? Airfleets.net

Contos sobre aviação? Leia o blog do Eder. Dali saiu a história que vai abaixo.

Caro Eder

Esta semana saiu em um jornal de Belo Horizonte que o Superintendente da Infraero para os aeroportos da Pampulha e Carlos Prates havia declarado em uma reunião no Rio de Janeiro que “No Carlos Prates, se for preciso, pode pousar até um Jumbo”. Se fosse um antigo chefe meu, estaria falando: “NEM POR UM CACE&#$!!!”. No meu entendimento isto seria impossível, certo?

Atenciosamente,

Fernando Coelho Gallo de Assis

Resposta:

Caro Fernando

Ó você errado…

Não só é possível como também bastante simples. Anote o procedimento para pouso curtíssimo, que foi testado por mim exaustivas vezes, quase todas com sucesso, e que já é aceito por várias empresas no mundo todo:

Faça uma aproximação bem estabilizada, de preferência antes do externo. Isso é importante. Procure estabilizar um pouco abaixo da rampa normal (no ILS alguma coisa com um dot mais baixo). Utilize a VRef -5 para a aproximação. A idéia é você chegar no marcador interno bem mais baixo, com full flapes e no limite da VRef. Após este ponto deixe a velocidade cair para VRef -15, certifique-se de full flapes, abra os airbrakes, encha a mão na manete de potência e pise nos freios (puxar o parking também ajuda). A aeronve estará totalmente “travada” no ar e os motores vão se encarregar de supendê-lo até a cabeceira. Note que isto é possível pelo fato do avião estar nesta posição com 25 a 30 graus de pitch e com uma razão de descida de uns 800 fpm. Ao cruzar a cabeceira basta reduzir um tiquinho o motor que a aeronave cai suavemente na própria sombra. Como os freios já estão acionados, o avião pará antes de terminar a sombra… Uma dica: devido ao pitch elevado, o leme tende a ficar em uma “zona morta”, sem eficiência. A utlização dos ailerons para correção de eixo é um pouco desaconselhável e complicada. Nos multimotores, com o 747, o procedimento de correção de reta é facilitado pela utilização diferencial dos motores externos, o que pode ser feito pelo copila se ele não for um Zé Mané.

Li um artigo numa revista especializada (acho que era Contigo, não lembro) em que é possível, para operações habituais em pistas curtas e altas, a instalação de uma âncora no cone de cauda, semelhante ao gancho utilizado nas aeronaves que pousam em porta-aviões, equipamento que é reconhecidamente eficiente para pousos curtíssimos.

Um abraço,

Eder

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Grande Eder

Está perfeita sua argumentação para o pouso! Vou mandar para umas listas que frequento, onde o povo acha, assim como eu achava, que não dá para pousar. Mas, a não ser que a companhia queira ganhar dinheiro vendendo ingresso pra minerada conhecer o jumbo e tirar foto com a mão na manete, como que eles vão tirar o bicho de lá?

Lembro que Charss Pratss está no alto de um morro e as ruas prá lá são estreitas… convinha que ele saísse voando.

Fernando C. G. Assis

Resposta:

Amigo Fernando

Uma dúvida pertinente. Essa é outra situação não prevista nos manuais de operação das aeronaves, a famosa OT -1 (leia: ó tê traço um), mas perfeitamente possível de executar.

Pratiquei muitas vezes com aeromodelos, e em todas funcionou. No Aerobueiro, com marcações na pista, também funcionou na maioria das vezes. Falta achar um barranco para testar o afundamento após a decolagem…

Mas vamos lá: em uma decolagem normal geralmente colocamos flapes 15, aplicamos potência até o limite e, com pista sufuciente, chegamos até a VR. Jóia. Mas e com pista curta? Eis a questão… confesso que uma decolagem de pista muito curta dificilmente termina em sucesso. Mas avaliando o Carls Pratiss observamos que existe uma situação promovida pela natureza que nos auxilia: a pista fica no topo de um cocuruto! Este simples fato viabiliza as operações comerciais em pistas até mais curtas, como as que tenho testado com aeromodelos em minhas andanças pelo mundo. Anote o procedimento:

Antes um procedimento de solo. Vá até o fim da pista e calcule o ponto PAF. Mais pra frente você vai saber o que é. Este ponto é dado pela fórmula:

             TC8 = Cp*(Alt / PAt * 0.0873) - cos(Vv*Dv/sen45)
                  --------------------------------------------
                             !Vr-(v1*v1) + 2v1*MTOW

             PAF = TC8 * hh:mm / C_Est

Onde:

Cp = comprimento da pista
PAt = Pressão altitude
Vv/Dv = Velocidade e direção do vento
hh:mm = hora precisa da decolagem
C_Est = Constante de estação do ano, disponível em uma tabela na OT-1

Pelas minhas contas, numa situação típica de decolagem ao meio-dia no verão, o PAF para o Carls Pratiss fica exatamente a 58 metros antes do fim da pista. Marque este ponto com uma bandeira amarela.

Alinhe o Jumbo. Certifique-se de que não existem obstáculos atrás da aeronave e dê uma pequena ré até os pneus principais caírem na grama. Somente os principais, a bequilha fica no asfalto. Já explico porque… Recolha os flapes e desative o auto-throtle puxando o disjuntor (para evitar que um sistema secundário restrinja a aceleração). Isso é importante. Com os freios acionados aplique potência total. Espere os instrumentos atingirem a faixa amarela (com muito cuidado, pois estamos no modo manual). Depois que os motores estabilizarem, solte os freios e leve as manetes até o ponto DPI (Depois do Painel de Instrumentos). A aeronave irá demorar um pouquinho para sair da inércia, pois estamos com os trens principais na grama (lembra?). Estes poucos segundos de atraso permitem que os motores alcancem sua potência máxima. Como a temperatura permitida na maioria das turbinas é de 2 segundos na faixa vermelha, antes desse tempo o avião já estará em movimento, e o vento relativo se encarregará de dar uma “refrescada” na turbina, evitando sua explosão. Já em movimento esqueça o painel (mesmo porque vai estar tudo vermelho mesmo) e fique de olho na bandeira amarela no fim da pista. É o PAF ou Ponto de Abaixamento dos Flapes. Até lá correremos sem flapes, para reduzirmos o arrasto aerodinâmico, e com isso atingirmos a velocidade máxima mais rápido. Inteligente isso, não? No través da bandeira amarela aplique o dobro dos falpes necessários para uma decolagem normal (neste caso 30 de flape tá bão). Nossas velocidades nesta corrida são despezíveis, pois não existe VR (a gente não roda, só faz levantar o nariz um pouquinho) e a V1 e V2 são impraticáveis. Portanto relaxe. Antes do final da pista puxe o manche até a metade do seu curso para trás. A aeronave vai levantar o nariz, mas não irá decolar. Quando a pista acabar o avião estará levemente sustentado e afundará no despenhadeiro. Não puxe o manche neste momento para evitar o toque da cauda no barranco quando as rodas caírem no vazio!!! Depois de livrar a cauda, controle a queda com o curso do manche disponível (por isso puxamos só metade, pois teremos 50% de curso pra frente ou pra trás no caso de necessidade, entendeu?). Sempre que possível alivie o manche para ganhar alguns centésimos de nó no velocimetro, de maneira que você não coloque em risco as casas que estão embaixo. Uma boa técnica de saber até onde podemos baixar o nariz com segurança é esticar o braço sobre o painel com a mão fechada. O objeto que devemos ultrapassar não deve estar abaixo do terceiro ossinho das costas da mão, de baixo pra cima. Com o tempo a gente faz isso rapidinho. A medida que a aeronave vai parando de cair, recolha os flapes. Depois disso é só chamar o controle e subir em rota…

Com prática o procedimento torna-se rotineiro.

Um abraço e lembre-se: antes de ficar na dúvida do errado, me escreva para ficar na certeza!

Eder

Espero que o avião da Malaysia tenha pousado são e salvo e que todos os passageiros estejam vivos.

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Você quer um 4G com qualidade? O Governo do PT não quer.

Trecho de um artigo da Folha de São Paulo de ontem, comento abaixo. Os grifos são meus.

As teles devem ajudar a salvar as contas do governo, que decidiu mudar as regras da fase dois do leilão do 4G para reforçar o caixa e, assim, cumprir as metas de superavit fiscal sem apelar para manobras contábeis. O leilão está previsto para agosto, e o governo, que antes pensava em cobrar R$ 6 bilhões pelas licenças e impor metas de cobertura aos vencedores, agora quer um valor maior, retirando parte das obrigações das empresas. A Folha apurou que, com as novas regras em estudo, a União poderá levantar até R$ 15 bilhões.

O governo prevê uma meta de superavit neste ano de 1,9% do PIB e já sinalizou que pretende cumprir o objetivo sem as manobras de anos anteriores, que criaram dúvidas sobre a credibilidade da política fiscal do país. No debate do 4G, Tesouro e Ministério das Comunicações estão em lados opostos. Para cobrar o máximo possível, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, defende o mínimo de metas aos vencedores. Uma das ideias é vender as licenças, sem obrigações de cobertura, em dois blocos, e não em quatro, como previsto inicialmente. Isso já elevaria o preço das licenças para R$ 12 bilhões. Não está claro como seria esse modelo, mas pode afetar a exigência de cobertura (deixando cidades menores de fora) e de qualidade.

Para as Comunicações, isso é inviável porque afetaria o equilíbrio do mercado. Há dois anos, as empresas só aceitaram entrar no leilão do 4G porque haveria uma segunda etapa com frequências complementares. Frequências são como avenidas por onde as operadoras fazem trafegar seus sinais. Sem as frequências complementares, a conta do 4G não fecha para as empresas. O problema é que, em dois blocos, como cogita Augustin, duas operadoras que participaram do primeiro leilão ficariam fora da segunda etapa. O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) é contrário a esse modelo.

Já não bastasse a qualidade “cubana” do nosso 3G vamos ter um 4G nível Somália. Sair do buraco que nos meteram nos últimos 12 anos não será fácil, imagine se estes 12 anos virarem 16…

dilma-rousseff-te-pegou-crau

Porque a Apple não surgiu no Brasil?

Já escrevemos no passado alguns posts similares como o Manifesto pela Tecnologia, ou quando falamos sobre o precário estado das telecomunicações. Hoje queria mostrar algumas coisas que os brasileiros não podem fazer em termos tecnológicos porque não tem condições práticas de obter insumos.

1) Trabalhar com VLSI. Na prática não existe nenhuma fábrica de chips no Brasil. Tem a CEITEC que fabrica coisas muito rudimentares e tem um site que informa muito pouco.

2) Já que não dá para construir um ASIC no Brasil, que tal usar FPGA? Você consegue FPGA barata clicando aqui. SQN. Não tem FPGA acessível no Brasil. Nos EUA você compra uma DE2-115 da Altera por US$ 299,00 para sua universidade ou escola. Aqui no Brasil você paga módicos R$ 2980,00.

3) Construir uma placa de circuito impresso multicamada. Nos EUA você faz uma placa de 4 camadas em 3 dias com o preço de US$ 100,00 para receber 4 protótipos. Aqui você vai desembolsar uma pequena fortuna além de ter que esperar dias para que algum funcionário responda seu pedido de cotação. Acredite, eu tentei mais de uma.

4) Comprar chips de fabricantes estrangeiros. Com os preços absurdos que temos por aqui os distribuidores tem uma margem que deve ser tão boa que eles não tem a mínima vontade de trabalhar. Eu pedi a um representante da Broadcom informações e cotação de um chip (BCM94704NR) em grande quantidade e já estou fazendo teia de aranha esperando eles responderem.

5) Na importação, agora há um imposto novo que visa proteger o governo contra a sonegação mas que na verdade pune o cara honesto, como costuma acontecer.

6) Como já sabemos há problemas para adquirir celulares, computadores não fabricados aqui e outros insumos.

Caso alguém saiba de alguma solução para os problemas acima ficaria grato em conhecer.

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Microsoft: Habemus CEO

A Microsoft anunciou hoje seu novo CEO: Satya Nadella. Ele irá substituir Steve Balmer a partir de hoje e Bill Gates deixa de ser o presidente do conselho depois de 33 anos. A boa notícia é que Bill Gates deve voltar a participar do dia a dia da Microsoft como líder de novos produtos. Vale lembrar que o novo CEO era o preferido de Bill Gates.

Satya_Nadella

Segue abaixo o e-mail de Satya Nadella

From: Satya Nadella
To: All Employees
Date: Feb. 4, 2014
Subject: RE: Satya Nadella – Microsoft’s New CEO

Today is a very humbling day for me. It reminds me of my very first day at Microsoft, 22 years ago. Like you, I had a choice about where to come to work. I came here because I believed Microsoft was the best company in the world. I saw then how clearly we empower people to do magical things with our creations and ultimately make the world a better place. I knew there was no better company to join if I wanted to make a difference. This is the very same inspiration that continues to drive me today.

It is an incredible honor for me to lead and serve this great company of ours. Steve and Bill have taken it from an idea to one of the greatest and most universally admired companies in the world. I’ve been fortunate to work closely with both Bill and Steve in my different roles at Microsoft, and as I step in as CEO, I’ve asked Bill to devote additional time to the company, focused on technology and products. I’m also looking forward to working with John Thompson as our new Chairman of the Board.

While we have seen great success, we are hungry to do more. Our industry does not respect tradition — it only respects innovation. This is a critical time for the industry and for Microsoft. Make no mistake, we are headed for greater places — as technology evolves and we evolve with and ahead of it. Our job is to ensure that Microsoft thrives in a mobile and cloud-first world.

As we start a new phase of our journey together, I wanted to share some background on myself and what inspires and motivates me.

Who am I?

I am 46. I’ve been married for 22 years and we have 3 kids. And like anyone else, a lot of what I do and how I think has been shaped by my family and my overall life experiences. Many who know me say I am also defined by my curiosity and thirst for learning. I buy more books than I can finish. I sign up for more online courses than I can complete. I fundamentally believe that if you are not learning new things, you stop doing great and useful things. So family, curiosity and hunger for knowledge all define me.

Why am I here?

I am here for the same reason I think most people join Microsoft — to change the world through technology that empowers people to do amazing things. I know it can sound hyperbolic — and yet it’s true. We have done it, we’re doing it today, and we are the team that will do it again.

I believe over the next decade computing will become even more ubiquitous and intelligence will become ambient. The coevolution of software and new hardware form factors will intermediate and digitize — many of the things we do and experience in business, life and our world. This will be made possible by an ever-growing network of connected devices, incredible computing capacity from the cloud, insights from big data, and intelligence from machine learning.

This is a software-powered world.

It will better connect us to our friends and families and help us see, express, and share our world in ways never before possible. It will enable businesses to engage customers in more meaningful ways.

I am here because we have unparalleled capability to make an impact.

Why are we here?

In our early history, our mission was about the PC on every desk and home, a goal we have mostly achieved in the developed world. Today we’re focused on a broader range of devices. While the deal is not yet complete, we will welcome to our family Nokia devices and services and the new mobile capabilities they bring us.

As we look forward, we must zero in on what Microsoft can uniquely contribute to the world. The opportunity ahead will require us to reimagine a lot of what we have done in the past for a mobile and cloud-first world, and do new things.

We are the only ones who can harness the power of software and deliver it through devices and services that truly empower every individual and every organization. We are the only company with history and continued focus in building platforms and ecosystems that create broad opportunity.

Qi Lu captured it well in a recent meeting when he said that Microsoft uniquely empowers people to “do more.” This doesn’t mean that we need to do more things, but that the work we do empowers the world to do more of what they care about — get stuff done, have fun, communicate and accomplish great things. This is the core of who we are, and driving this core value in all that we do — be it the cloud or device experiences — is why we are here.

What do we do next?

To paraphrase a quote from Oscar Wilde — we need to believe in the impossible and remove the improbable.

This starts with clarity of purpose and sense of mission that will lead us to imagine the impossible and deliver it. We need to prioritize innovation that is centered on our core value of empowering users and organizations to “do more.” We have picked a set of high-value activities as part of our One Microsoft strategy. And with every service and device launch going forward we need to bring more innovation to bear around these scenarios.

Next, every one of us needs to do our best work, lead and help drive cultural change. We sometimes underestimate what we each can do to make things happen and overestimate what others need to do to move us forward. We must change this.

Finally, I truly believe that each of us must find meaning in our work. The best work happens when you know that it’s not just work, but something that will improve other people’s lives. This is the opportunity that drives each of us at this company.

Many companies aspire to change the world. But very few have all the elements required: talent, resources, and perseverance. Microsoft has proven that it has all three in abundance. And as the new CEO, I can’t ask for a better foundation.

Let’s build on this foundation together.

Satya

Amazon vendendo produtos perigosos

A Amazon está vendendo produtos extremamente perigosos disfarçados de inocentes ursinhos. Leia o com atenção  o comentário de uma das clientes. Há vários comentários como este. (Antes de começar a ler uma sugestão: vá para um lugar afastado e evite beber algo enquanto lê. Depois não diga que não avisei.)

O produto vai abaixo:

A seguir o melhor review já feito na Amazon.

33,939 of 34,424 people found the following review helpful

By Christine E. Torok on October 3, 2012

Size Name: 4oz Amazon Verified Purchase

Oh man…words cannot express what happened to me after eating these. The Gummi Bear “Cleanse”. If you are someone that can tolerate the sugar substitute, enjoy. If you are like the dozens of people that tried my order, RUN!

First of all, for taste I would rate these a 5. So good. Soft, true-to-taste fruit flavors like the sugar variety…I was a happy camper.

BUT (or should I say BUTT), not long after eating about 20 of these all hell broke loose. I had a gastrointestinal experience like nothing I’ve ever imagined. Cramps, sweating, bloating beyond my worst nightmare. I’ve had food poisoning from some bad shellfish and that was almost like a skip in the park compared to what was going on inside me.

Then came the, uh, flatulence. Heavens to Murgatroyd, the sounds, like trumpets calling the demons back to Hell…the stench, like 1,000 rotten corpses vomited. I couldn’t stand to stay in one room for fear of succumbing to my own odors.

But wait; there’s more. What came out of me felt like someone tried to funnel Niagara Falls through a coffee straw. I swear my sphincters were screaming. It felt like my delicate starfish was a gaping maw projectile vomiting a torrential flood of toxic waste. 100% liquid. Flammable liquid. NAPALM. It was actually a bit humorous (for a nanosecond)as it was just beyond anything I could imagine possible.

AND IT WENT ON FOR HOURS.

I felt violated when it was over, which I think might have been sometime in the early morning of the next day. There was stuff coming out of me that I ate at my wedding in 2005.

I had FIVE POUNDS of these innocent-looking delicious-tasting HELLBEARS so I told a friend about what happened to me, thinking it HAD to be some type of sensitivity I had to the sugar substitute, and in spite of my warnings and graphic descriptions, she decided to take her chances and take them off my hands.

Silly woman. All of the same for her, and a phone call from her while on the toilet (because you kinda end up living in the bathroom for a spell) telling me she really wished she would have listened. I think she was crying.

Her sister was skeptical and suspected that we were exaggerating. She took them to work, since there was still 99% of a 5 pound bag left. She works for a construction company, where there are builders, roofers, house painters, landscapers, etc. Lots of people who generally have limited access to toilets on a given day. I can’t imagine where all of those poor men (and women) pooped that day. I keep envisioning men on roofs, crossing their legs and trying to decide if they can make it down the ladder, or if they should just jump.

If you order these, best of luck to you. And please, don’t post a video review during the aftershocks.

PS: When I ordered these, the warnings and disclaimers and legalese were NOT posted. I’m not a moron. Also, not sure why so many people assume I’m a man. I am a woman. We poop too. Of course, our poop sparkles and smells like a walk in a meadow of wildflowers. Thanks for all the great comments. I’ve been enjoying reading them and so glad that the horror show I experienced from snacking on these has at least made some people smile.

Não sei porque mas isto me lembrou de outro texto da Internet… (Não leia!!)

Google vende Motorola para a Lenovo: e o preju?

O Google resolveu que não vale a pena brincar de fazer celular e decidiu vender a Motorola para os chineses da Lenovo. No comunicado oficial tem toda aquela lenga-lenga de que é uma nova posição estratégica, que a Lenovo consegue fazer a Motorola render mais, blá, blá, blá.

Mas até o mais mané dos investidores sabe que eles compraram a Motorola por USD 12.5 Bi e estão vendendo por USD 2.8 Bi. Por mais que tenham já vendido antes uma parte da Motorola por USD 3 Bi fica um preju que foi para a conta do Abreu.

O que mais me irrita no Google é esta cultura de não sabe para onde vai. Uma hora o Google Buzz vai ser o máximo, o Google Wave vai revolucionar o e-mail, outra hora os dois morrem, o Google Reader morre sem saber a doença e o Orkut sobrevive por aparelhos.

E o que chama mais atenção é olhar o índice P/E (Price-Earnings Ratio) das ações do Google e ver que está valendo 31.80 enquanto da Apple e Microsoft estão na casa dos 12.

Moto rola

Dividir para vender

Todos que trabalhamos ou curtimos tecnologia temos muitos produtos que vão se acumulando em nossas casas sem que haja nenhuma esperança de uso. Não vendemos porque pensamos que valem pouco e não jogamos no lixo porque aqui no Brasil jogar coisa eletrônica no lixo parece um desperdício tolo.

Como diz o poeta americano Tom Zart: “One man’s trash is another man’s treasure” e pode ser uma forma útil de se livrar de coisas que você não usa mais para começar o ano mais leve.

Um MacBook White por exemplo, usado, em uma página de vendas de computadores on-line pode valer uns R$ 1200,00 o que não é de se desprezar, mas se você quiser ganhar muito mais que isto aqui vai uma dica que já utilizei: separe as peças.

Vamos às contas:

  • Top Case: R$ 350,00
  • Placa Lógica: R$ 1100,00
  • Display LCD: R$ 300,00
  • Trackpad: R$ 100,00
  • Bateria: R$ 150,00
  • Placa Magsafe: R$ 100,00
  • Bottom Case: R$ 100,00
  • Placa Wifi: R$ 50,00
  • Webcam: R$ 50,00
  • Memória: R$ 50,00
  • HD SATA: R$ 50,00
  • Carregador Magsafe: R$ 130,00
  • SuperDrive DVD: R$ 150,00

Só aí, sendo conservador, você já consegue mais do dobro do valor inicial do produto.

É claro que dá mais trabalho, mas o retorno em geral é muito melhor, principalmente em produtos em que peças de reposição são valorizadas como é o caso dos produtos da Apple.

Esta dica serve também para quem tem um computador deste tipo com defeito. Meu bom e velho MacBook White A1342 sofreu já várias doenças em sua longa vida, mas ele funciona bem e com alguns transplantes (SSD, 8GB RAM, etc) é bastante rápido. A melhor forma de arrumar ele é comprar um do mesmo modelo que esteja quebrado, trocar as peças que você precisa e vender o resto das peças. Com um pouco de trabalho o conserto sai de graça ou você ainda pode ganhar uma graninha.