Nokia World, primeiro dia, resumo pra passar

Primeiramente, queria me desculpar pela qualidade das fotos postadas na minha timeline do evento. Tinha que decidir entre um E7 ou N8. Infelizmente o teclado do E7 faz diferença na hora de postar rapidamente a informação. Foi assim durante toda a apresentação da manhã e acho que foi possível dar uma boa visão do que aconteceu, em tempo real. Não tem como usar um notebook e tirar fotos ao mesmo tempo quando se está sozinho. Postei, desta forma, muita coisa com segundos de atraso.

Diferente do ano anterior, as apresentações saíram do estilo mais sóbrio e foram na linha americana, com mais brincadeiras e candidatos a Steve Balmer ou Steve Jobs. A reação geral foi boa, ainda mais que a maioria estaria feliz com apenas um telefone novo, rodando Windows Phone 7.5. Mas foram dois. Fora os outros quatro S40, com foco em casos de uso variados. Entre no site da Nokia e terá um detalhamento de todos os telefones (compare o Lumia 800 e Lumia 710, ou compares os modelos Asha 200, Asha 201, Asha 300 e Asha 303).

Achei os novos S40, linha denominada Asha, bem posicionados, para mercados emergentes (inclua-se). O sucesso de vendas do Nokia C3 no Brasil confirma a lógica desses lançamentos e acredito mesmo que terá uma boa saída. Cada telefone desses era apresentado através de um personagem, um usuário final fictício (ou não) em algum lugar do mundo (emergente). Foi uma boa sacada.

Já os novos Nokia WP7, denominados de Lumia 800 e 710, são bem atraentes, em especial o 800, que por fora é praticamente um Nokia N9 sem câmera frontal ou NFC (fiz um twitter review do N9 ontem). As especificações são boas, com processadores single core de 1.4Ghz e acelerador gráfico 3D, talvez um pouco longe do hardware de um Samsung Nexus. No entanto, o desempenho, até onde pude testar, era excelente e apropriado para o software. Isto deve indicar que o Android exige mais da CPU.

Gostar ou não do WP7 é uma experiência pessoal, recomendo que teste quando puder. Eu vejo pontos inovadores nele, que vão além daquela fonte sedutora que usam (Segoe). O Metro, nome da interface, com seus “quadradinhos” (tiles) e aplicações em “panorama”, agradam muita gente. Também acho positivo ter o Office, Nokia Drive (maps…) e Nokia Music juntos. E, pra quem joga, a integração com Xbox. No fundo, você acaba levando o melhor das duas companhias por um preço da concorrência, no máximo.

Na cobertura do twitter, a pergunta mais pertinente pra mim foi a que queria saber no que o telefone WP7 da Nokia se diferenciava dos demais. Na minha visão, o relacionamento da Nokia com dezenas de operadoras é o primeiro fator, seguido do Nokia Drive (maps) e Nokia Music.

A gente deve ter este aparelho no começo do ano que vem, talvez fevereiro. Ele já tem suporte ao Português do Brasil, basta trocar e rebootar (sem piadinhas, ok ?). Aliás, o N9 também tem suporte total, para os interessados nele. Em particular, achei sensacional o N9 e estou levando um comigo pro Brasil. A fonte, chamada Pure Nokia, é muito similar à fonte da Microsoft.

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  • Marcelo, estou acompanhando a cobertura pelo Twitter e parabenizo teu trabalho. Valeu!

  • SuporteCel

    Eita, contando as horas pra ter um em mãos. Delicia…