Satélites caindo e jornalistas ignorantes

Veja a matéria que estava na capa do G1 agora há pouco:

G1 é muito ignorante

Perceba como a ignorância de alguns jornalistas é impressionante. A chance de você ser atingido pelo dito cujo aqui no Brasil é 1 em 23 trilhões. Ele chama isso de probabilidade remota; eu chamo isto de probabilidade nula. Probabilidade remota é você pegar malária no Rio de Janeiro, probabilidade muito remota é você ganhar na megasena; probabilidade extremamente remota é você estar num acidente aéreo.

1 em 23 trilhões é muito mais improvável que os anjos tocarem as trombetas do apocalipse quanto eu apertar “Publicar” neste post.

17 comentários sobre “Satélites caindo e jornalistas ignorantes”

  1. Meu querido, o seu conceito sobre probabilidade nula é totalmente errado. O próprio nome já diz: NULA. Ou seja, sem chances de ocorrer. Não chame os jornalistas de ignorantes, eles sabem muito bem qual a diferença das duas probabilidades, por isso colocaram a REMOTA, já que ainda há 1 chance.

  2. Do mesmo nível foi o encerramento da reportagem de aceleração de partículas do CERN: “É, agora é questão de tempo para ver se realmente ou neutrinos são mais rápidos que a luz.” Como se estivessem falando de carros da Willians e da Ferrari, rss.

  3. É Pedro Paulo, sem querer ofender, mas parece que você é o ignorante da história e não os jornalistas.

  4. Os jornalistas não sabem nem a probabilidade de um dado cair em seis.

    O anônimo não consegue entender ordens de grandeza. Então vamos lá: probabilidade de pegar malária no RJ 1 em 100000; se envolver num acidente aéreo 1 em 10 milhões; chance de você calcular o próximo primo de mersenne: 1 em 1 bilhão. Ser atingido pelo satélite 1 em 23 trilhões.

    Lim 1/x quando x vai a infinito é zero.

    1/23 trilhões é nulo neste sentido, não é nem a pau remoto.

  5. Não to querendo rever probabilidade, já estudei isso. O caso é que você falou errado e agora não quer admitir. Se precipitou tanto ao falar dos jornalistas que o erra acabou sendo seu.

  6. Meu rei, anônimo das 17h30, não venha ser arrengueiro aqui não. Seu caso não é de rever só probabilidade, é de rever português também. Aproveite também para rever a senha do seu ADSL que está aberto.

  7. No início fui educada, mas como você não ligou pra minha educação, agora to pouco me fudendo pro que você pensa de mim. E só pra completar… eu troquei o “o” pelo “a” sem querer por causa do teclado.

  8. > E só pra completar… eu troquei o “o” pelo “a” sem querer por causa do teclado.

    Com esta evidência, acho que podemos concluir que a anônima é jornalista da Globo 🙂

  9. Ah, não zoem a coitada (e mal educada) jornalista Anônima do O Globo.

    No teclado da redação do jornal, a letra “O” fica no lugar da letra “S”. 😀

  10. Caramba, não sabia que no O Globo o pessoal tem teclado dvorak

    No dvorak o “o” é ao lado do “a”, mas nunca vi um a não ser na internet

  11. Bom Nulo para minha pessoa é 0 absoluto como nada é 0 absoluto, então tipo remoto não é impossivel, nulo sim.

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